Então, fica aqui um estímulo para já iniciar 2010 no maior shake-yo-boody:
("Solta a franga, Dona Irene." HAHAHA)
Não abriu? Tente aqui.
viagens, relacionamentos, televisão, cinema, música, teatro, literatura - e COELHOS!
("Solta a franga, Dona Irene." HAHAHA)
Não abriu? Tente aqui.
portuguesa que trabalhava "em domicílio" e que, vez ou outra, me coloria as mãos de algum tom de vermelho ou lilás). Mas era cedo demais: a vaidade ainda não tinha chegado. Continuei usando os dentes mesmo.
Quando, porém, adentrei a loja num shopping/outlet na zona industrial de Marseille... me deparei com um verdadeiro playground: a casa possui um branding próprio, com SES-SEN-TA CO-RES diferentes em vidrinhos de 7 ml (ou seja, esses não vão estragar no armário lá de casa) por um preço em euros que, de miniatura, não tem nada, mas quem sai na chuva é para se molhar!
Na manhã seguinte, pus uma roupinha de fazer obra e acompanhei a Ariane e seus pais - de Betty! - ao apê novo, lixando as moldurinhas da parede do que será o quarto de hóspedes (portanto, era de meu interesse que ficasse bem feito o trabalho, HEHEHE) e do corredor. Uma boa chuveirada para tirar o pó e lavar os cabelinhos com John Frieda Collection, e catamos novamente a Betty, indo a Delft. Na volta comemos um bratwurst mit kartoffeln, cortesia de Mamma Doepfner, e nos encaminhamos para a praia (o povo acha que AQUILO é perto!) para provar os universalmente famosos (para eles) poefertjes, que nada mais são do que panquequinhas... que eu desavergonhadamente incluiria no café da manhã, no lanche da tarde, mas nunca chamaria de sobremesa.
No meio da semana, no meio do expediente, fui chamada para concluir "um dedinho" do trabalho que inspirava meus sonhos há mais de uma década. Na casa dos meus pais, desmontavam um armário que lá esteve, por 12 anos, sob o meu domínio. Não houve como escapar da sensação de estranhamento. Abandonei minhas funções profissionais na véspera de uma reunião muito esperada, enquanto, do outro lado da cidade, sumia uma parede conhecida de longa data.nossa correspondente, dourando a rabada
ruivas sardentas e gorduchas eram consideradas fofas... Havia, inclusive, uma família com oito irmãs que rachavam de ganhar dinheiro fazendo comerciais. Agora, para se enquadrar nos ridículos padrões de quem é "legal" ou não, Strawberry Shortcake - nome de batismo - teve que fazer chapinha e peeling, além de montar um guarda-roupa que alongasse a silhueta. Um absurdo. O pior caso, no entanto, ainda é o da personagem Laranjinha: na década de 90, foi re-representada por uma boneca negra (IÉÉÉISSS!!!), mas em 2009 vem ressurgir de cabelos escovados (BUUUU, ABAIXO O HENÉ MARU!!!). Não é à toa que garotinhas de 8, 9 anos vivem preocupadas com sua aparência ao invés de brincar de chá com as amigas.
Mais uma temporada de Perder para Ganhar (traduçãozinha meia-boca para o nome do programa, mas cujo conceito gringo de loser não encontraria parâmetro cultural neste Brasil lindo e trigueiro) começou a passar no P+A mês passado. Anteontem seus seguidores puderam acompanhar o 5o episódio, em que dez participantes de peso malham, choram e batalham contra as tentações da vida fast food cotidiana... mas tudo aconteceu em 2005! 
Take Gerador de nomes de filhos da Baby Consuelo today!
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Superbad... mais uma refilmagem! Em 30 segundos, nossos amigos coelhinhos mostram que testosterona adolescente não é privilégio de humanos.
Não conseguiu ver? Clique aqui.