viagens, relacionamentos, televisão, cinema, música, teatro, literatura - e COELHOS!
15.8.06
Saudades do Matão
A esses garotos (croc!), tudo o que podemos dizer é:
- Vai, meu bem, volta para o brejo de onde você veio!!!
A gente quer é ser princesa; não beijar sapo.
26.7.06
Livro de mulherzinha:
Sim, o enredo é previsível: todo mundo sabe que, lá pelo último capítulo, o vilão estará mais-do-que apaixonado por ela, eles beijarão na boca e serão felizes bem na penúltima página. Ah, claro, antes disso os dois deverão ter uma briga memorável (daquelas em que a gente jura que NUNCA perdoará o outro por tudo o que foi dito)! O problema é que esse tipo de livro pega de jeito, vicia, e quando você vê já está procurando o próximo da série na livraria mais próxima. Quer boas dicas? O Diário de Bridget Jones (I e II), Delírios de Consumo de Becky Bloom (I, II, III e IV - embora não tenham exatamente esses títulos), O Segredo de Emma Corrigan e A Vida é Uma Festa.
Recomendados pela coelha, que deixou de lado - várias vezes - a biografia de São Francisco de Assis para se render desavergonhadamente ao gênero.
21.7.06
Red Light District
13.7.06
Linkando
Emilie Simon - Flowers
Vídeo enviado por la_mauvaise_fee
10.7.06
Émilie Simon
"I want to buy you flowers,
it's such a shame you're a boy,
but when you are not a girl
nobody buys you flowers.
I want to buy you flowers,
and now I'm standing in the shop.
I must confess I wonder
if you will like my flowers.
you are so sweet and I'm so alone.
oh darling, please
tell me you're the one.
I'll buy you flowers,
I'll buy you flowers
like not other girl did before.
you were so sweet and I was in love.
oh darling, don't tell me
you found another girl.
forget the flowers,
because the flowers
never last for ever
never last for ever
never last for ever,
my love."
7.7.06
Tamanho de Mulher
25.5.06
Featuring
Curioso foi descobrir que seus interesses são praticamente os mesmos e, a julgar pela conversa ouvida no elevador (siiiim, eles pegaram o elevador juntos!), suas áreas de atuação profissional também.
Foi assim: vinha a coelha Jureminha da rua para a segunda etapa de uma reunião seriíssima (coisa de gente grande, sabe), com sono, com calor e precisando escovar os dentes após um almoço particularmente bem-servido de alho e cebola, quando, ao adentrar o saguão do prédio (de olhos embaçados pela mudança de iluminação através dos óculos de sol), vislumbrou o moço... "Não, não pode ser", ela pensou, "não, não posso rir... mas é". Prontamente, ela se posicionou de pé atrás do dito cujo e duas colegas (acreditem, o anonimato é tudo!!!) na fila do elevador. Pois assim seguiram, novamente ele conversando e ela espionando, até o 6o andar (ô, vontade de espiar mais)... Só que, dessa vez, ele falou muito (quase tão intensa e vorazmente quanto deglutiu aquele lanchinho do avião, meses antes); aliás, o moço falou o tempo todo - fornecendo bastante informação a quem quer que estivesse prestando atenção... hmm... quem mesmo?!? HEHEHE
E, gente, tudo indica que ele é gay sim. Sorry.
6.5.06
Para os companheiros da noite de ontem
Everybody hurts. Don't throw your hand. Oh, no. Don't throw your hand
If you feel like you're alone, no, no, no, you are not alone
If you're on your own in this life, the days and nights are long,
When you think you've had too much of this life to hang on
Well, everybody hurts sometimes
Everybody cries. And everybody hurts sometimes
And everybody hurts sometimes. So, hold on, hold on
Hold on, hold on, hold on, hold on, hold on, hold on
Everybody hurts. You are not alone"
(R.E.M.)
27.4.06
Meaípe, Jacaraípe e vários acepipes
Moqueca de Dourado do Rocimar (Restaurante Kazarão),
Empadas da Vovó, macias e cremosas,
Bolinho da tia Júlia,
Muqueca (de camarão) do Curuca,
Torta Capixaba do Geraldinho
e, evidentemente, o caldo de frango do Trayller do Xuxu (sic)
resumem razoavelmente bem o que foi a Semana Santa "juremística" nas praias do Espírito Santo... Muito calor, muitas calorias, muito sol e muito Sundown!
1.4.06
"Esse seu cabelo é de nuvem ou de Bombril?"
Dá até vontade de investir no look chita-cabelão-sandália rasteirinha-bijouteria de semente, e tal...
21.3.06
Rol das Peças Teatrais em Cartaz pelo Brasil afora - edição Curitiba
A peça começa de forma encantadora, com a banda tocando (no início, dá para pensar que eles não vão conseguir fazer uma música que preste). A idéia dos slides com pedaços do texto, das canções, etc. é muito legal, e remete aos desenhos animados "da bolinha", em que a gente acompanhava em coro as legendas na tela... Tudo é pensado para não ser rude; a maneira como os fatos são apresentados é muito suave, lúdica, e o público acaba até achando engraçadinho alguém que abandona sua vida e seus valores por não querer contrariar os outros (o que, na verdade, não tem graça nenhuma).
Visualmente, os soldados de pernas de pau e o protagonista baixinho fazem um jogo muito interessante. A platéia ri muito da mulher do Galy Gay, toda vez que ela diz "Gente!", e também da filha "peluda" da viúva Begbick.
São besteirinhas que agradam. É DISSO QUE O POVO GOSTA!
Adoráveis as tranças enormes das mulheres e os figurinos eurasianos. Só faz falta, para quem convive em meio musical, que a viúva seja mais fortemente interpretada, cantando hor-ro-res e sendo, sabe-se lá, um pouco mais cigana (com um pandeiro de fitas, talvez).
O fim da peça deixa um gostinho de Full Metal Jacket. Apesar de pesada (bom, ela trata de quem nós realmente somos versus quem queremos ser, não é?), a peça não cansa. Poderia ter mais uns quinze ou vinte minutos, quem sabe mostrar mais da desconstrução do Sargento, ou da indignação da Sra. Galy Gay... e não iria ser ruim.
É claro que tudo isso são críticas de uma não-crítica. O espetáculo é excelente, os atores maravilhosos, a trilha sonora uma delícia, e a coelha recomenda SEM RESSALVAS!!!
19.3.06
Brokeback Mountain
http://www.starz.com/features/brokebackmountain/
16.3.06
Rol das Peças Teatrais em Cartaz pelo Brasil afora - edição Rio
O primeirinho do ano foi Toda Nudez Será Castigada, montado pela Armazém Companhia de Teatro - a mesma que colocou a platéia para correr atrás da mocinha no maravilhoso Alice Através do Espelho - de forma envolvente... Tomemos como exemplo a cena em que o filho recrimina o pai por usar talco nos pés, acrescida do aroma e da nuvem de talco que se instalam por sobre o palco (Isso é envolvente, não?). A peça é uma surpreendente leitura de Nelson Rodrigues voltada para os sentimentos reprimidos de pena, culpa e revolta.
Em seguida (o quê? Dois dias depois?) toda a família se moveu para assistir a Antônio e Cleópatra, com os globais Caco Ciocler e Maria Padilha, em um megainvestimento de patrocínio dos Correios, da Eletrobrás e de várias empresas privadas, com direção de Paulo José e o escambau a quatro. Hmm... para ser delicada (a coelha reflete)... digamos que os atores principais, aparentemente com suas percepções alteradas quimicamente, decepcionaram. Flávio Bauraqui e Ana Kutner, no entanto, mandam bem. Talvez o figurino e o coro grego compensem o ingresso.
- CONTINUA -
4.3.06
Perdigueiro
Bem que já dizia dame Rute Portugal, com a lapidar frase acima, que homens novos só aparecem na sua vida se você já tem um. Durante os anos que você passa solteira, na estiagem entre um namorado e outro, NADA.
Nenhum vizinho interessante, nenhum conhecido neo-descasado, nem um gatinho de 20 anos sequer dando sopa! Agora, experimente se arranjar com alguém - mas tem que gostar do cara; não pode ser mera enganação - e chovem garotões bronzeados, seus colegas de trabalho querem companhia para o chopp e amigos de longa data se divorciam às pencas... Está tudo errado.
Será que a culpa é dos feromônios?
26.1.06
Trilha Sonora
Luz na passarela que lá vem ela...
A nova loira do Tchan é linda,
Deixa ela entrar,
É linda, deixa ela entrar..."
O PEIDO QUE A DOIDA DEU

(Moysés Sesyom)
Vou contar o que aconteceu
Debaixo da gameleira
Foi um tiro de ronqueira
O peido que a doida deu
Toda a terra estremeceu
Abalou todo o Açu
Ela, mexendo um angu
Estirou a perna prum lado
Deu um peido tão danado
Quase não cabe no cu!
Este post é uma homenagem de Jureminha a Vovó Dolores, que foi recitar poesias (singelas como essa) nos almoços de domingo de Deus...
20.1.06
Fim-de-Semana Mark Ruffalo
Megafofo em "De Repente 30" com Jennifer Garner
e DE-LI-CI-O-SO em "E Se Fosse Verdade" com Reese Witherspoon!Sábado e domingo passados foram dedicados ao totosinho acima. Jureminha e suas amigas, a Girafa Fla e a vaquinha sem nome, deixaram suas cabecinhas divagarem e seus coraçõezinhos de macela se encherem de esperança com as histórias românticas do amigo de infância que vira maridão e do desconhecido sem o qual não se pode viver. Sem esquecer, claro, outras interpretações suculentas do rapaz... como "Voando Alto" e "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" (o personagem é meio freak, mas tudo bem). Próximas atrações: "Em Carne Viva" (In the Cut) na TV a cabo e "Dizem por Aí" (Rumor has It) no cinema.
... suspiros...
16.1.06
O moço interessante vai ao shopping
EHE. Ponto a favor do moço.
4.12.05
Se ela, que é ela, serviu...

Viva o Tio!!!

Estamos todos podendo!
Athina (Onassis) Roussel - agora Miranda - trouxe a rua para os salões da high society. Ela ofereceu a seus finos convidados nada mais, nada menos que CHURROS. Tudo bem, devem ter sido sofisticadíssimos microchurros com calda (???) de gianduia, feitos artesanalmente por freirinhas espanholas, servidos em bandejas de louça inglesa, ou prata indiana, vai saber... Em todo caso, fica aqui uma modesta-porém-honesta homenagem ao churro nosso de cada dia, embrulhado naquele já manjado guardanapo transparente de tanto óleo, com um quilo e meio de recheio fumegante, e vendido por "dorreal" na carrocinha ambulante.
Ficam aqui também a lembrança e o agradecimento a Leslie Pierce, que passou uma tarde inteira rodando a Cidade do México atrás de tal iguaria, com o bendito recheio de doce de leite, para o deleite - com ou sem trocadilho - da coelha Jureminha.
3.11.05
Manifesto contra os homens fofos
Mocinhas - entenda-se coelhinhas - solitárias não suportam mais a presença de tais seres hediondos na face da Terra!!! Já basta assistirem freqüentemente aos incontáveis filmes em que John Cusack, Colin Firth, Brendan Fraser, Hugh Jackman, Vince Vaughn, John Corbett, etc. são homens lindos, maravilhosos e apaixonados. Até aí, tudo bem; a gente agüenta, porque sabe que são apenas personagens, e que NUNCA na vida vai aparecer um desses para a gente beijar na boca, ter filhinhos e ser feliz para sempre.
Imagine então o tanto que dói ver sua amiga, vizinha ou prima (pior ainda, as três) com exemplares dessa espécie, de carne e osso, a tiracolo.
Abaixo os A., C., C., P., R. e S. da vida: rapazes limpinhos, sensíveis, bem-educados, encaminhados na vida, alguns até mesmo disponíveis... fora o tanto que esses moços são bonitos, hem!?! Deus nos livre. Vocês não existem.
25.10.05
É terça ou sexta? (*)


(*) frase de autoria - ainda que utilizada sem seu consentimento - do jornalista Pedro Rocha.
É Terça. Foi sexta.
T3rça Insana - Grandes Momentos: muitos bons e grandes esquetes de humor condensados em um pocket-espetáculo... A coelha Jureminha riu até ter náusea (não é exagero) com a socialite Sheila, criada por Luís Miranda, e foi acometida de paixão à primeira vista pela "louca" Betina Botox (de Roberto Camargo - o mais presente e versátil do grupo). Sem mencionar as personagens de Grace Gianoukas (também diretora), Ilana Kaplan, Marcelo Mansfield e Octávio Mendes.
Vale encarar fila no estacionamento. Vale o ingresso. Vale colaborar para a campanha "Evelise - Uma Vida Definitiva". Vale comprar o CD da dupla boliviana "Mario y Juana". Vale rir de forma canastrona, em coro, da piada da Irmã Selma.
Vale. A pele e o fígado agradecem.
11.10.05
O moço interessante
Às vezes, a gente se engana e considera vestígio de homossexualidade o fato de um moço ser ao mesmo tempo expansivo, bem-informado e ajeitadinho.
Moço interessante, se você estiver por aí e gostar de meninas, dê notícia.
23.9.05
Modelas com tédio... e pisando duro!
Esta foi a primeira impressão de Jureminha na primeira Fashion Week de sua vida.
No desfile da Patachou, roupitchas esvoaçantes e meninas-ninfas de... hmm... 11 anos? trotando na passarela. Uma delas, falando sério, estava quase se quebrando ao meio de tanto balançar os braços. Maquiagem boneca (com um quilo e meio de blush pêssego em cada bochecha, e gloss rosinha) e muuuuuuuuuuito baby-liss no cabelo. "Ah, aquelas flores (no cabelo) estavam lindas!" - colaboração de Thaïs Bomfim.
Já o desfile seguinte - esse sim, de gente grande - foi um escândalo. Herchcovitch, meu bem, não é qualquer um!!! Tudo meio feirinha da Torre, com os modelos que aquela sua prima ou tia "moderna" e elegantérrima usava em 1974. Um luxo! Talyta Pugliesi e as multicoloridas batas em estilo hippie-chic inspiram até as mais mão-de-vaca (adivinhem quem? La Jurema em pessoa) a deixar uns reaizinhos no caixa da Cori. Ou, no caso de a roupa ter a assinatura de Alexandre Herchcovitch, vários reaizões mesmo.
* Em tempo: o título deste post, "Modelas...", é uma homenagem à cabuceira Luísa.
19.9.05
7.9.05
GOSTOSO
De olhos vermelhos,
De pêlo branquinho,
Orelhas bem grandes,
Eu sou coelhinho!
Por enquanto, FR ainda é neném e só quer saber de ficar sugando sua cenourinha baby, mas promete dar muito trabalho à madrinha da nossa amiga coelha no futuro. HEHEHE
15.8.05
Trilogia Mineira III - Adagio Assai
As pessoas vêm chegando, se aglomerando perante os ônibus fechados. Os porta-malas ainda também fechados. Todos esperam que a boa vontade de algum funcionário resolva abrir os benditos compartimentos, para que não mais seja preciso arrastar mochilas, samsonites e primicias no caminho de ida e volta à (e da) lanchonete. Suco de maracujá. Nutry maracujá. As últimas despedidas. Um papo furado, sem assunto, enquanto tudo permanece hermeticamente fechado: ônibus, porta-malas, poltronas, over head compartments, ar condicionado, travesseirinho e cobertores genéricos (porém honestos no combate ao frio noturno). As listas de passageiros são conferidas. Abrem-se as tampas, e bagagens variadas encontram seu lugar, inclusive uma outrora deslocada mesinha de computador e um mini-yorkshire. Minutos aos montes se passam até que a inevitável fila se forma, aguardando a abertura dos portões (de gente, não coisas). O papo continua sem assunto, naquela conversa mole e gramaticalmente relapsa de "ai, amanhã vou estar cansada..." Um dado momento - vai saber quanto se passa!?! - é finalmente possível entrar, reconhecer os assentos, acomodar os pertences.
O televisor apagado desta vez não ilude ninguém. Passageiros conformados sentam-se e miram o horizonte do segundo piso do veículo. Uma passageira afoita vai e vem pelo corredor: primeiro, só, depois acompanhada. Vem a mocinha da empresa junto. Elas vão e vêm pelo corredor, procurando por algo que não está lá. Pedem licença para revistar sob as poltronas alheias, sobre as poltronas alheias, entre as poltronas alheias. Não está lá (seja o que for). A passageira afoita desce. Sobe. Reclama. Desce outra vez. Diz que isso é um absurdo, é roubo, etc. e fica indignada. Ela não possui o ticket de identificação do item perdido, ou roubado, não se sabe ao certo... A viagem já começa (antes de começar, propriamente dita) atrasada. 15 minutos. 20. Meia hora e nada. A viajante alegadamente vilipendiada se decide a chamar a polícia. Mais alguns minutos para os policiais chegarem. A moça presta queixa. A moça fica prestando queixa e o ônibus parte com uma hora inteira de atraso - sem ela, pois supostamente sua chave de casa e seus documentos estavam na suposta bagagem de mão não-identificada e supostamente desaparecida.
Inicia-se a jornada e o tédio toma conta. Sem filme, sem música, sem luz, sem acreditar que alguém vai chegar em tempo para o trabalho da segunda-feira, todos se rendem. Uma eternidade de estrada, postes, mato e caminhões passa na noite entorpecente. O sono domina. Na primeira parada, a promessa não-cumprida de se continuar a bordo para receber um lanche padronizado (Coca-Cola e misto quente) a cargo da empresa. Os claustrofóbicos e afobados saem, voltam e tropeçam nos que dormem apesar de tudo. Segue o percurso. Homens, mulheres e criancinhas voltam à embriaguez sonolenta de antes. Cedo demais, uma segunda parada. Ou seria terceira? O estado alfa em que a maioria se encontra não permite distinguir...
O veículo empaca num posto de gasolina deserto, perdido no meio do nada, às três da manhã (mais ou menos). Descem todos, retiram-se bolsas, pochetes e cachorro (!!!) de dentro do ônibus. A madrugada no meio do nada é fria. Após o atraso exorbitante, os funcionários da empresa se convencem de que é necessário (e justo, falemos a verdade!) mandar buscar o tal lanchinho de misto quente e Coca-Cola prometido na parada anterior. Mandam buscar também um mecânico. Parece piada. Ali todos permanecem, um ou outro enrolado no tal cobertor xadrez, alguns batendo papo, poucos tentando manter o bom-humor e a maioria com cara de poucos amigos, até as sete. Uma maravilha, para quem pretendia estar, a esta mesma hora, tomando uma bela chuveirada em seu próprio banheiro... Chega o socorro: um ônibus substituto, porque o original, bem... vai para o saco. Removem-se todos os pertences e pertencedores. Uma passageirinha reclama "Não, mamãe, eu quero ir no outro!", mas nada feito.
O trajeto segue praticamente em paz. Se não considerarmos o horário, claro. Lá pelas dez da manhã os celulares voltam a entrar na área de cobertura e os trabalhadores "do meu Brasil" ligam para seus serviços, narrando esta epopéia moderna.
À uma da tarde, finalmente, casa.
Sem chance para o descanso. Banho, almoço e trabalho na seqüência. Ai.
14.8.05
Trilogia Mineira II - Allegro
13.8.05
Trilogia Mineira I - Andante
O local de embarque está lotado. Milhares de pessoas (bem, nem tanto) se acomodarão em breve dentro de quatro grandes veículos com poltronas acolchoadas e ar condicionado "vip". Ônibus de dois andares é chique. Dá para ver a cidade lá embaixo, os carros passando, postes com lâmpadas de mercúrio amarelo, o asfalto deslizando suavemente; você é grande, você é poderoso. Pequenos televisores à frente dos assentos aguardam o momento de serem acesos. Os minutos passam, a cidade passa, a estrada passa. A iluminação se apaga e as televisõezinhas não se acendem. Não tem filminho. Bem, a viagem acaba de ficar mais longa... A temperatura está boa, eis ali um cobertor e o balanço do ônibus até que serve para ninar gente grande. Um cochilo deve fazer o tempo passar mais fácil. O travesseiro é um retângulo de espuma dura, envolto em uma fronha de cheiro estranho. Inutilizável. O pescoço dói, mas vamos lá. Paciência. No primeiro grande buraco das estradas de Minas, uma chacoalhada que acorda a todos. Uuuuh! Então vêm o segundo buraco, o terceiro, todos em velocidade de cruzeiro (Jesus, esse motorista não tem amor à vida, não?). A noite se transforma em uma sucessão de buracos e sonecas rápidas em meio à turbulência. Os vizinhos da frente não tiveram a piedade de fechar suas cortinas: as luzes brancas fluorescentes entram sem dó nos olhos cheios de areia desta chacoalhada viajante. Às cinco da manhã, o coro lá do fundo entoa: "Seguuuuura, pião!". Rir é o melhor remédio. A partir de então, os passageiros do segundo andar - definitivamente acordados - acompanham conscientes o passeio pela montanha russa em que o ônibus se encontra. A chegada se dá com uma hora de atraso, embora até então não se saiba por quê.
Diagnóstico: suspensão quebrada. Isto quer dizer que o veículo estava praticamente rebaixado, voando rente ao chão durante 10 horas. E o povo pulando feito pipoca lá dentro.
2.8.05
Trabalho de equipe
Se eles não estivessem lá, você não seria quem é hoje.
31.7.05
De Repente é Amor
A coelha Jureminha e o urso Rudovico foram ver o filme; ai, que vergonha, a história deles estava toda ali na tela: das conversas abertas sobre sexo às porcarias com comida, dos momentos de fossa em que um consolou o outro até as horas que deu vontade de ficar junto, mas, hmm, não rolou!
Desde Harry e Sally - Feitos um para o Outro uma ida ao cinema não trazia tanto constrangimento... Rudovico é o amigo que a coelha mantém trancado a sete chaves dentro do coração (assim falava a canção!), mas é um cara e tanto.
O problema é que o moço é comprometido. E feliz.
Ops.
29.7.05
Superego, supercontrol
27.7.05
Oompa-loompas rock!
Nota mil para o figurino, o cenário e os efeitos especiais (lógico).
Detalhe: a trilha sonora de Danny Elfman foi baseada em letras originalmente existentes no livro - lembrando que o autor, Roald Dahl, escreveu também o nada sutil Convenção das Bruxas (The Witches, filmado em 90 com Anjelica Houston), além de ter colaborado com os programas Alfred Hitchcock Presents e Tales of the Unexpected.
25.7.05
Munkustrap
Sacumé, coelhos e gatos não se dão lá muito bem.
Superado o preconceito inicial, até que Memory (eita, cançãozinha enjoada de tão batida) tem um certo sentido, dentro do contexto dos jellicle cats e de sua teoria de reencarnação felina... A interpretação de Elaine Paige ajuda, evidentemente. Infelizmente, o enredo acaba sendo pouco para tanto personagem (Bombalurina, Bustopher Jones, Cassandra, Demeter, Etcetera, Gus, Jellylorum, Jemima, Jennyanydots, Mistoffelees, Mungojerrie e Rumpelteazer, Old Deuteronomy, Skimbleshanks, ...). E aquele Macavity, cruz credo que bicho feio, deve assustar todas as criancinhas que os inadvertidos pais - com a famosa conversa de "vamos, filho, vai ser bom" - levam para ver a tal "peça dos gatinhos".
Mesmo assim, vale o ingresso (onde quer que ainda esteja sendo encenada). É um clássico.
23.7.05
Boa noite, rainha, como vai?
Luvas de couro, meias de seda... UHUUU!!!
A coelha reviveu seus anos de mullet, New Wave Glitter Gel e roupas de cor cítrica na festa Geração 80. Zuzibom! Ritchie e Léo Jaime na mesma noite, o DJ mandando ver no som mecânico, com Erasure, Bangles, B-52's, etc., mais Double You (please don't go, please don't go!) de troco.
Vinte anos depois, o primeiro é uma figura realmente folclórica, de indefectíveis óculos escuros que levantam a suspeita de um Extreme Makeover qualquer ("Ele fez fio russo!" disse uma amiga) e a mesma coreografia desde Menina Veneno. Seu repertório é... bem... 100% Ritchie. Já o segundo faz um estilo meio eclético, tocando de Cazuza a Legião Urbana. Sua aparência é que se modificou um "tantinho" da época dos Miquinhos Amestrados para cá: em dado momento do show, a calça jeans desceu, a camiseta subiu e o pânceps despencou legal. Ainda assim, despertou a vontade de gritar "Gostoooooooso!" no meio da platéia, só de farra. Não, vá lá: pela presença de palco. Léo Jaime é sempre um fofo, seja interpretando Carroll Todd em Vítor ou Vitória, seja ao natural.
Ahn? O cara do Double You? Esse dorme no formol.
22.7.05
Cristaleira da mamãe


Brasília recebeu, quarta e quinta passadas na Sala Villa Lobos (para quem não sabe, local nobelérrimo), Cristal Bacharach. O título da peça é um trocadilho com o nome de Burt, o compositor, e Baccarat, os cristais franceses.
Os cinco atores são gatinhos (oui!) e TODOS, sem exceção, cantam bem - ou então, o clima do espetáculo realmente contagiou a coelha Jureminha, ao ponto de um transe auditivo. Bem, na verdade, alguns cantam excepcionalmente bem! - e a trilha sonora 100% Burt Bacharach é "um barato", "chuchu beleza" mesmo... Embora as versões originais sejam mais ao gosto da coelha, ela compreende que nem todo mundo tem a obrigação de entender letras em inglês.
Depois de interpretar Éponine em Les Mis e dublar Leitão - o Filme, Ester Elias brilha (de forma literal, dentro de um vestido tubinho prateado) em mais esse musical, especialmente ao entoar
"Why do birds
Suddenly appear,
Everytime you are near?
Just like me,
They long to be
Close to yooooou".
21.7.05
Sexo, drogas e Jean Cocteau
Resumindo (CONTÉM SPOILER): Paris, início do século passado. O cara era um judeu italiano beberrão que caiu nas graças de uma filha de pai anti-semita, francesinha católica, que deveria freqüentar o M.A.D.A.... sem brincadeira... absolutamente descompensada a menina!!! Enquanto os amigos babavam o ovo do morto (sim, ele morre no fim do filme) - e nossa amiga coelha bradava aos quatro ventos "Segura a doida!" - a mulher se matou.
Em tempo: esse é o pintor das mulheres compridinhas e pescoçudas.
20.7.05
15.7.05
Bimbando
Tudo isso para introduzir (!!!) o vídeo anexo, estrelando Bunny e Benny.
Boa sexta-feira e bom divertimento - ops - para todos!
13.7.05
Brenda
E aí, não satisfeitos com um enredo já barra pesada numa série também barra pesada (porque ficar escarafunchando cena de crime não é moleza), os produtores colocaram a megatriz mirim do momento, a mais-mais loirinha frágil e zoiuda Dakota Fanning, para interpretar uma menina de quatro anos que sobrevive à matança de toda sua família... com detalhes sórdidos... Aaaaaaaahhhh!
7.7.05
mais um conceito:
5.7.05
Id
3.7.05
Metalinguagem com os Malvados


Estava ali, outro dia, a coelha Jureminha em toda a sua singeleza observando uma amiga visitar alguns fotologs quando, de repente, bateu o olho em algo nada singelo - muito pelo contrário: ácido e direto na veia - que lhe captou a atenção. Eram os sacaninhas acima (na verdade, sacana mesmo é a personagem grande; a pequena é até gente boa... HEHEHE). Bueno, com alguma pesquisa se chega ao site www.malvados.com.br. Fucem o arquivo de tirinhas, dispostas por tema.
Segue mais uma amostra (essa, a favorita de Jureminha e realmente sua cara!) do humor "azedo" dos carinhas:
1.7.05
All you need is love...
Amor de coelho, de bicho, de gente; amor de amigo, amor de irmão, de vizinho, de colega do trabalho, de primo, tio, neto, sobrinho; da mãe, do pai e do filho, do Espírito Santo, amém... HEHEHE.
29.6.05
Lost dos Animais

Alex, Marty, Gloria e Melman - seres urbanos até a medula - sofrem um acidente e vão parar em uma ilha aparentemente deserta, porém habitada por estranhas criaturas silvestres. Lá, devem sobreviver sem suas dietas balanceadas, conforto, tecnologia (fazendo fogo na base do pauzinho) ou contato com a civilização judaico-cristã-ocidental a que pertencem.
Lembra ou não a série do J. J. Abrams? Falando sério: algumas cenas são tão semelhantes que La Jurema pensou até que o cenário era o mesmo... com destaque para a otimista zebra Marty no papel de Locke, aquele que se adaptou rapidamente à vida selvagem e decidiu curtir a experiência.
.
23.6.05
Marfim
É por isso que eles não precisam usar creme dental branqueador ou Listerine azul.
17.6.05
Como as crianças são lindas quando crescem!
Sim, a história é boa e, de acordo, com um grande especialista em batmologia, Christian Bale (esse é o nome do pitéu) é o melhor Bruce Wayne de 1989 para cá. Porque Adam West continua hors-concours, claro.
Michael Caine faz um Alfred não muito velhinho; excelente, pois o senhorzinho que o interpretava antigamente dava a impressão de que iria cair em pedaços a qualquer momento, antes mesmo de acompanhar seu "mestre" nas empreitadas. Morgan Freeman está muito bom, Gary Oldman idem (ô elenquinho horroroso, credo, HAHAHA).
Rutger Hauer, coitado, envelheceu tanto que virou irmão gêmeo de Anthony Hopkins!
Em compensação, o torso nu, a voz de cama, a postura de "vem cá minha nega" - e inclusive os hematomas - do novo Cavaleiro das Trevas transformam irmãs e namoradas impacientes em expectadoras atentas ao filme.
Mais uma informação: Christian Bale morou em Portugal (!!!) quando era pequeno. O que quer dizer que ele deve saber falar aquela língua enrolada.
16.6.05
upcoming attraction
13.6.05
Tentações...
11.6.05
"Brad para todas."
Jane Smith é um modelo para suas colegas de agência - todas têm aquele bocão no estilo "comi muita pipoca salgada"; o que coloca seguinte a questão (muito pertinente): por acaso o chefe da instituição seria o Wando?
Já John Smith deve pertencer à comunidade "Só Me Fodo" do Orkut. O cara consegue tropeçar, cair, mijar na hora errada, tomar porrada da mulher, levar tiro, se estrupiar inteiro... e ainda assim ser o Brad Pitt, matador por encomenda, e comer a Angelina Jolie. Só em Mr. and Mrs. Smith*, óbvio (a-ham)!
O casal detona. Literalmente. Junte Missão Impossível, As Panteras, True Lies e, EVIDENTEMENTE, A Guerra dos Roses, e terá um panorama do que é esse filme.
* indicado por Jureminha, a Coelha, e a mulherada. Vale comer pipoca para ficar com bocão.
9.6.05
Mantra
Eu vou chorar.
Vai doer muito agora,
Mas um dia vai passar..."
(repete-se até o cérebro absorver a mensagem)
Estes versinhos aí em cima são de Se Você For Embora, canção de Milena Tibúrcio e Caio César, um deleite gravado por Rogério Midlej em seu primeiro CD. Rogério é mais um membro do idol club de Jureminha: amigo querido, inteligente, talentoso que merece ganhar muito dindim com sua voz e simpatia. Para completar, ele parece um bichinho de pelúcia de tão fofo que é; o que desperta na coelha uma certa paixonite (já há alguns anos).
:)
4.6.05
1.6.05
Zapeando
Salvam-se sua caminhadinha matinal e uma comédia no DVD de vez em quando. E a TV a cabo, claro, a TV a cabo... sem a qual não conheceríamos Jack, Charlie, Locke, Kate, Claire, Kyan, Carson, Thom, Ted, Jai e companhia. Aliás, recentemente a coelha descobriu mais um canal "tudo de bom": Discovery Home & Health, com seu maravilhoso Chega de Bagunça, ideal para os fiéis seguidores de Minha Casa Sua Casa e Enquanto Você Não Vem!!! Overhaulin' (na reprise de domingo, porque segunda é dia de Lost), The Amazing Race, Mythbusters e C.S.I., em todas as suas versões, também não fazem feio com um belo Cup Noodles.
Na categoria drogas potencialmente adictivas, temos Fazendo Contato com John Edwards e E! True Hollywood Story. Completam a programação da semana também Os Simpsons, Alias, Seinfeld, Gilmore Girls, Smallville... Ah! E aquela série policial do Vincent d'Onofrio, como é mesmo o nome?
Ô vício.
25.5.05
Sheba, um modelo

A cada dia que passa, mais coisas "juremísticas" surgem e vêm ao conhecimento de Jureminha, seja para deixá-la lisonjeada (no âmago de sua coelhice), seja para mostrá-la que não está só em sua busca cuniculo-existencialista. A HQ acima, Life in Hell ou "Vida no Inferno", é uma obra de Matt Groening, criador de Os Simpsons e Futurama, direcionada ao público mais madurinho (nem tanto): fala de relacionamentos a dois, família, homossexualidade, fetiches, expectativas e frustrações.
Zuzibom!
19.5.05
Amor... Amor!
Vale dizer que o pobre DVD foi revirado do avesso, e o filme assistido na versão original, com comentários, sem legendas, com legendas; depois making of, clipes, entrevistas, etc.
Não, não é exatamente uma Brastemp, mas foi o chinelo velho "na hora exata" para um pé cansado. O casamento do negro com a loirinha é tudo. Hugh Grant dançando escadaria abaixo é tudo. Rodrigo Santoro de zorbinha preta é tudo. O namoro singelo dos atores de filme pornô é tudo.
VIVA O AMOR! Ê!!!
14.5.05
Shhhh!
Hmm...
Ah, vá.
O filme é direto, explícito (sim, aparece o "negocinho" entrando na "negocinha") e bastante fiel aos limites da época, quando não se falava do assunto em casa nem na rua - e menos ainda nas escolas. Não há como negar que, apesar de seus métodos "empíricos", o casal Kinsey (a esposa, Mac, foi fundamental nas pesquisas) fez um grande favor à humanidade: ou você preferiria ainda acreditar que masturbação enlouquece, sexo oral deixa a pessoa estéril e homossexuais são mutantes demoníacos?
10.5.05
Be Cool
Tudo bem, algumas personagens são meio caricatas (e mesmo assim Vince Vaughn continua na categoria dos totosos!), mas para quem quer ver realidade existe DOCUMENTÁRIO!!! Hmpf.
5.5.05
Ricordi da Roma
Va bene, só a Basílica de São Pedro, então.
Era verão, meio-dia, o Sol estava de rachar. A multidão na entrada do lugar se espremia numa fila obrigatoriamente organizada entre os cordões que definiam o roteiro de visitação em mão única pela Basílica. Ahn... a Pietà. Oh... os altares... (e a fila continuava andando). Hmm, que interessante isso. Tudo bem, não dava para demorar mesmo, tinha que ser uma visita-relâmpago... Bem, nem tanto. Ainda havia tempo.
"Vamos subir até a Cúpula, para ver os afrescos de pertinho?", perguntou uma amiga. "De escada, que é mais barato."
Claro. De escada. Uma escada de mármore, larga, vaticana. Por que não? O elevador levava apenas aonde se podia analisar um mosaico (de caquinhos de azulejo ou algo parecido) de figuras de anjos, que velavam lá de cima o túmulo de São Pedro (ou algo parecido) - e aquilo era muito pouco excitante! E por que não continuar subindo, se o cansaço não era tanto e dentro do templo o clima estava ameno?
Péssima idéia. Primeiro: a subida não era mais por dentro da Basílica, e sim por dentro da estrutura da Cúpula, num calor dantesco. Segundo: os turistas seguiam todos numa fila que lembrava aquela da entrada da igreja (lá embaixo), em mão única. Era subir ou subir. Os degraus de mármore rapidamente deram lugar a ripas de madeira e, em alguns momentos, o corrimão foi substituído por uma corda grossa, como as que se usam para fazer badalar sinos, pendurada verticalmente. O caminho ficava mais íngreme conforme a temperatura e os odores corporais dos visitantes aumentavam (ou vice-versa, tanto faz). Afresco? Nem um. No entanto, passada a penitência, a vista compensou. Todo o Vaticano e boa parte de Roma, e um horizonte quase toscano ao redor, placidamente serviam de cenário para as resfolegantes pessoas, suadas e com cara de tomate maduro, sobreviventes à aventura.
Agora era só descer.
4.5.05
3.5.05
Listening & Comprehension
Participação especial do "Nick" da novela (sim, creiam) como um guitarrista andrógino chamado Spider.
2.5.05
Cuti-cuti!
Leitão - antigamente chamado de Bacurinho (no tempo em que o ursinho ainda era Puff) - é um porco rosado, pequeno e esperto, sempre pronto a ajudar seus companheiros; o filme conta várias estorinhas de amizade para crianças em idade pré-escolar. A singeleza das personagens tocou o coração de Jureminha, outro ser singelo, que se identificou com o porquinho cujos amigos se empenham em aventuras "grandes demais" para ele.
Vale para quem tem filhinho, sobrinho, ou mesmo vizinho pequeno.
29.4.05
...
P.S.: Em meio ao tédio, uma notícia alegre: chegou hoje (às 09h22min) o Bernardo! Ê!!!
28.4.05
27.4.05
Jureminha's Groove
Em A Nova Onda do Imperador, o mais bacaninha foi a intenção de tirar a cena do eixo Europa-Estados Unidos... aliás, alguém já percebeu a quantidade de contos de fada que se passam na França? O filme conta a história de um príncipe inca que é transformado numa lhama inca e encontra um camponês inca que, enquanto os dois vagam por belas paisagens incas, lhe ensina o valor da amizade (inca?). Como é de se esperar, tudo é um pouco americanizado: roteiro, personagens, trilha sonora - mas, enfim, se Jureminha quisesse realmente ver uma produção típica, teria alugado um filme peruano!!!
Que neném gostosa!

Essa é atualmente uma companhia das mais constantes na vida de Jureminha... Todos os dias (ou quase) de manhã, as duas brincam de "besourinho", jogar beijinho, ginástica, e se divertem muito. Kayla fez 4 meses na semana passada e acabou de descobrir o pé. Este post ficará aqui, caso ela queira vê-lo quando crescer.
Posted by Hello
26.4.05
ZZzzz
Na sexta-feira ela chegou em casa cedo e ficou ali, jogada na mesinha, totalmente bodada. À noite, Ponto Pê: o melhor programa da televisão brasileira para quem NÃO VAI sair para namorar! No sábado, o especial de Martin Bashir e a cobertura do julgamento de Michael Jackson: no comments, please. No domingo, a tríade American Idol, Queer Eye e Extreme Makeover (já cochilando no final).
Agitado, não?
22.4.05
AAP
As mocinhas românticas não se importam se o panda em questão for metaleiro. Ele pode até não ser inicialmente um fofo (no sentido cuti-cuti da expressão), mas um belo dia... vai saber: João Gordo se tornou panda depois de (a)casa(la)r e ter filhotes - quem assiste a Gordo à Bolonhesa confirma. O panda dos seus sonhos pode também ser blueseiro, beatlemaníaco, fã de desenhos da Disney, ou mesmo ter como única especialidade gastronômica omelete com queijo de Minas. Não tem problema!
Os pandas são espécimes em extinção.

20.4.05
Canta, meu anjo!!!
Hoje à noite, em pré-estréia, eles passarão a ser Eric e Christine na versão brasileira (com montagem original da Broadway) de O Fantasma da Ópera. O musical entra em cartaz amanhã no Teatro Abril, em São Paulo, para - esperamos! - uma longa temporada.
A coelha Jureminha, fã-coruja-assumida que já teve o prazer e o orgulho de vê-los juntos em Les Misérables (como o rigoroso Javert e a romântica Cosette), mas também assistiu a O Guarani, Madame Butterfly, O Barbeiro de Sevilha, Jesus Cristo Superstar, Disney Songs, A Bela e a Fera, Godspell e outros espetáculos menos renomados, deseja tudo de bom (merda, break a leg, in bocca al lupo) para os dois e também para Paula, Fred, Mel, Tumura e companhia, e manda dizer que estará aí... em pensamento... com vocês!
Em tempo: Eric é o nome do Fantasma.
19.4.05
Hoje
A Tela Quente, as estréias do cinema, o primeiro capítulo da novela das sete, a última peça dos Melhores do Mundo... fica tudo para depois! Inclusive o dia em que a coelha subiu até a Cúpula de São Pedro a pé.
18.4.05
A Volta do Pescador Parrudo
Assim como Chocolate com Pimenta aliviou o vazio pós-O Cravo e a Rosa, vamos esperar que dê para curtir um lance Lola&Esteban (com o totoso Wagner Moura no lugar de Rico) de novo.
Em tempo: Não, ela não ficou satisfeita com o fim escolhido para Kubanacan. E não está assistindo a América nem àquela outra, das seis... como é mesmo o nome?
15.4.05
Isso é muito Jureminha!
ou mais, seguem grandes sucessos de Hollywood em pequenas (e singelas, HEHEHE) versões...
O Iluminado, Tubarão, O Exorcista, Alien, Freddy X Jason,
O Massacre da Serra Elétrica, Pânico, Titanic (bom demais!)
e, em homenagem ao "vovô" e à dindinha Dhê, A Felicidade não se Compra.
P.S. para quem não viu os originais e não quer saber o fim das histórias: não clique.
14.4.05
Brigadeiro!
Enquanto isso, para mostrar que nem tudo são calorias, ela programa sua próxima viagem "abroad". Ô vida!
12.4.05
Jujubas mutantes
Mais alguma sugestão?
Em tempo: para quem acha que a coelha Jureminha e seus amigos são apenas virtuais, fica aqui registrada a intenção de colocar também fotografias (assim que for instalado o tal do "Hello") neste blog. Os bichinhos já estão ensaiando as poses...
8.4.05
Vingança feminina
Uma vingança com a tradicional fleugma britânica. Uma vingança elegantérrima, "belle époque", coisa de lady mesmo. Contra quem? Ora, a coelha Jureminha se recusa a contar fim de filme... Assistam-no. É uma opção leve, porém chique, para um entardecer nublado antes (ou depois) do chá. Torradas e geléia também são bem-vindas.
P*#@&%!!!
Fôlego retomado, noite bem dormida. Vamos tentar de novo.
6.4.05
Nada não.
Só que hoje a cabecinha dela deu um branco total radiante. Nenhum filme, nenhuma peça, nenhum passeio para comentar. Fica para amanhã, pode ser?
5.4.05
Poros
Jureminha e a mulherada, todas solteiras, admiraram tanta franqueza.
Vale a pena pela oportunidade única de ver Jude Law chorando e sofrendo por amor e Julia Roberts sem maquiagem nem cabelo arrumado (é quase o teste da natação e, sim, ela também tem manchinhas na pele). Clive Owen está excepcional e Natalie Portman, surpreendente.
4.4.05
Miss Simpatia 2
Para colocar na mesma prateleira de "As Panteras" e "Wong Foo".
3.4.05
Apresentando... as amigas
O urso Rudovico telefonou, tentou se incluir no programa, mas... foi mal... era girls only.
1.4.05
Suspiro...
Abaixo o cinema-testosterona.












