30.4.09

a quinzena #8

a vista do Brejão

MÚSICA: "Vem Andar Comigo" (Jota Quest)
FOBIA: de pisar em ovos com a humanidade
DELÍCIA: fééééériiiaaaaaaassssssss!!!
PÉ E MÃO: "40 Graus" da Colorama

15.4.09

a quinzena #7

A dona do blog... guilhotinada!

MÚSICA: "Burguesinha" (Seu Jorge)
FOBIA: da minha to-do-list
DELÍCIA: planejar a viagem de julho... ;D
PÉ E MÃO: sem esmalte: Catarina Tavares 'Nail Stylist' perdeu meu telefone na Semana Santa

7.4.09

LOST e o BBB

Uma das primeiras elucubrações sobre a criação de JJ Abrams traduzia o nome do seriado como uma sigla para Life Observation Survival Test. O que é, precisamente, o escopo de uma experiência como o Big Brother: um teste de sobrevivência e monitoramento da vida. Ambos propõem que pessoas tão diversas quanto uma adolescente grávida e um leão-de-chácara coreano, um vendedor de coco e uma garota de sociedade convivam 24 horas por dia, chova ou faça sol, na fartura e na miséria, até que o dia em que o resgate (ou o paredão) chegar.

É interessante reparar como o "bastião" do equilíbrio na ilha, aqui fora, se mostra quase sempre uma figura atormentada... "uma pessoa comum", como diria Rita Lee: um filho de Deus, nessa canoa furada, remando contra a maré. Jack Shephard, o sensato líder dos sobreviventes, é um cirurgião que faz uso de medicamentos e álcool e coloca seus problemas pessoais à frente das questões profissionais. A doce Sun é capaz de trapacear contra o próprio pai. O gente-boa Hurley vive de internação em internação. São todos humanos. Francine é uma professora que tropeça nas palavras, Max tem medo de assumir compromisso, e Priscilla acha que seu corpo merece mais destaque do que sua personalidade. Quem vai atirar a primeira pedra?

Já alguns personagens vêm provar que quem é chato diante dos holofotes será provavelmente chato também sob as condições normais de temperatura e pressão. Ana Carolina e Benjamin Linus que o digam.

Curiosidade: Matthew Fox deveria, inicialmente, fazer apenas uma participação no piloto. Algo como a aparição (ou talvez um pouquinho mais, vai!) de Greg Grunberg como o comandante do voo 815.

No show da vida real é assim mesmo, alguns participantes entram para sair logo de cara, mas vão ficando, ficando, ficando...

E acabam virando protagonistas de uma série (não só da série de televisão) de fatos, tramas e episódios.

30.3.09

a quinzena #6

Novos domingos de manhã

MÚSICA: "We Can Work It Out" (Beatles)
FOBIA: não resolver nunca o uniforme do Coral...
DELÍCIA: lasanhas Perdigão - aliás, é preciso dar um tempo neste vício!
PÉ E MÃO: "Samba" com "Paetê" (Rendas do Brasil) da Risqué

27.3.09

Vai, planeta!!!

A Hora do Planeta é um ato simbólico anual, que começou em Sydney no ano de 2007, organizado pelo WWF - entidade que, além de competentésima, tem por símbolo um fofucho urso panda. A população do mundo todo é convidada a apagar suas luzes. Um gesto banal, possível em todos os lugares do planeta, que tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe! É simples. Apague a luz da sua sala.

Pare de apenas reclamar e tome uma atitude pelo bem da Terra, da humanidade, de seus filhos e, caso ainda seja egoísta, de você mesmo. Ou, mesmo que você esteja se lixando para o aquecimento global (mau, sapão!!!), relaxe e viva por 60 minutinhos um momento retrô-romântico à luz de velas...

... que tal?


Hora do Planeta 2009.

23.3.09

Figurinhas Carimbadas

Perséfone é a deusa grega adolescente, filha de Zeus e Deméter, raptada para ser rainha no mundo dos mortos. Linda linda linda, disputou com Afrodite (e na minha modesta opinião, ganhou) o amor de Adônis. Na metade do ano que passa com os pais no Olimpo, traz a Primavera.

Barbarella é uma aventureira espacial de HQ, ultra-mega-sensual. Após o filme de Roger Vadim (dentro do espírito "Faça Amor, Não Faça a Guerra"), em 1968 a personagem conquistou o mundo, tornando-se uma espécie de ícone do movimento feminista, um James Bond futurista de saias.

Uma, na Mitologia. A outra, no século XL. Subterrâneo e interplanetário. O obscuro e o lisérgico.

No sofá lá de casa, Pepa e Baré são os meus amores: uma pretinha-frajola hiperativa que come o que aparecer pela frente (mas dá beijo e dorme no colo) e uma tricolor gorducha miadeira que adora ficar escondida debaixo dos móveis (e gosta de carinho na barriga)... Sim, elas agora brincam juntas - ou então a nêga cutuca a irmã o dia inteiro - e, eventualmente, tiram um cochilinho amontoadas. Isto, sem contar a mais nova mania da dupla: fazer cocô na mesma hora!!! Mesmo que, de vez em quando, eu sofra um prejuízo material (como o da leiteira de teflon que foi jogada cheia d'água no chão da cozinha), meus dias estão mais fofos e engraçados com essas duas.

16.3.09

Barbarella

Apenas uma notinha: minha caçula chegou em casa ontem. É a coisa mais fofa de Mamãe, toda colorida (segundo a Lu, que foi buscá-la comigo, é a legítima tricolor, com proporções semelhantes de branco, preto e laranja) e conversadeira.

Já pegou a ração superpremium (ÊÊÊ!) e usou a caixinha de areia (Amém, Senhoooooor!!! HEHEHE). Só falta mesmo conquistar o coração da irmã ciumenta que eu arrumei para ela.

15.3.09

a quinzena #5

Chuva de papel picado no banheiro!

MÚSICA: "Dirait-on" (com o Coral da UnB) - HEHEHE
FOBIA: spray de pimenta!!!
DELÍCIA: a varanda telada

PÉ E MÃO: "And a Cherry on Top" da Sephora by O.P.I.

13.3.09

Extreme Makeover - Kids Edition

Post inspirado pela imagem http://tododia.diadefolga.com/nao-pouparam-nem-a-moranguinho/

A obsessão do liss intense chegou às bonequinhas perfumadas!

Antigamente (antes que todas as apresentadoras infantis fossem loiras pernudas), meninas ruivas sardentas e gorduchas eram consideradas fofas... Havia, inclusive, uma família com oito irmãs que rachavam de ganhar dinheiro fazendo comerciais. Agora, para se enquadrar nos ridículos padrões de quem é "legal" ou não, Strawberry Shortcake - nome de batismo - teve que fazer chapinha e peeling, além de montar um guarda-roupa que alongasse a silhueta. Um absurdo. O pior caso, no entanto, ainda é o da personagem Laranjinha: na década de 90, foi re-representada por uma boneca negra (IÉÉÉISSS!!!), mas em 2009 vem ressurgir de cabelos escovados (BUUUU, ABAIXO O HENÉ MARU!!!). Não é à toa que garotinhas de 8, 9 anos vivem preocupadas com sua aparência ao invés de brincar de chá com as amigas.

A coelha Jureminha denuncia esse tipo de terrorismo psicológico.

Mais detalhes sórdidos aqui.

4.3.09

Os Grandes Perdedores (ou não?)

Mais uma temporada de Perder para Ganhar (traduçãozinha meia-boca para o nome do programa, mas cujo conceito gringo de loser não encontraria parâmetro cultural neste Brasil lindo e trigueiro) começou a passar no P+A mês passado. Anteontem seus seguidores puderam acompanhar o 5o episódio, em que dez participantes de peso malham, choram e batalham contra as tentações da vida fast food cotidiana... mas tudo aconteceu em 2005!

Graças a São Google, a coelha Jureminha soube que
Matt Hoover, ex-lutador de 29 anos, ganha(rá) a competição, deixando a cuti-cuti Suzy Preston (também, na época, encarando o Retorno de Saturno) em terceiro lugar.

Juntos eles perdem - perderam ou perderão - algo em torno de
114 kg.

Dias após a final ir ao ar nos Estados Unidos, eles revelaram o namoro.
Segundo a pombinha, foi a melhor maneira de conhecer seu Mr. Right. "Ele já me viu suada e com gases", disse ela na ocasião.

Mais adiante, ficaram noivos ao vivo no The Today Show, casaram numa praia da Jamaica e hoje têm dois filhinhos! Tudo superfofo.

Agora, em virtude do delay na transmissão da série, o engraçado mesmo é reparar nos olhares furtivos de um para o outro.

28.2.09

a quinzena #4

Café-da-manhã para duas

MÚSICA: "Garoto Maroto" (Alcione) - ou melhor, Garota Marota
FOBIA: da cicatriz de 5 cm que me custou R$ 400...
DELÍCIA: hidratação e massagem capilar DE GRÁTIS!

PÉ E MÃO: roxo "Obsessão" da Risqué

20.2.09

Alter ego de Carnaval

Simbora botar a peruca fúcsia e a saia de pontas! Riroca, Zabelê e Nanashara ganharam uma irmã coelha!!!

Take Gerador de nomes de filhos da Baby Consuelo today!
Created with Rum and Monkey's Name Generator Generator.

15.2.09

a quinzena #3

Pizza e fotografia: Martim Garcia. Efeitos especiais: Vodka Smirnoff

MÚSICA: "Versos Simples" (Chimarruts) - melodia chiclete

FOBIA: da cirurgia da Pê, com anestesia, internação e o escambau
DELÍCIA: blogar com uma frequência razoável
PÉ E MÃO: "França" da Colorama (unha de mocinha!!!)

13.2.09

#Armadilha de Satanás

Bem na sexta-feira 13, segue uma resposta ao desafio coletivo proposto pela megafofa Srta. Bia:

Reality shows são drogas pesadas, da mesma laia daquele fast food gordurento que você sabe que não traz benefício algum (mas é só achar que Deus não está olhando... que vai lá e traça!) e da exótica mistura de Fanta Uva com sorvete de coco.

Pior que isso são as reality competitions: The Amazing Race, America's Next Top Model, Project Runway, Shear Genius, Top Chef, Top Design, American Idol, The Biggest Loser, The Bachelor (e Bachelorette!), The Swan, além do mais-mais de todos, o Big Brother!!! A programação ocupa a semana inteira e, quando você vê, já é torcedora e fã incondicional da dupla de nerds que cruzam o mundo, da menina de dentes separados que quer ser a próxima Naomi, do estilista gordinho que cria fantasias com alface e de mais uma coleção de tipos simpáticos (ou nem tanto). Sua vida não é mais a mesma sem saber se a Tabatha (o Dave, a Carisa, whoever) vão passar pelo júri e sobreviver "no jogo" até o próximo episódio. Sem contar que você começa a achar o Bo um gato, a Emily uma querida e a Meredith uma vaca estúpida por ter deixado o Matthew escapar.

É muuuuuito mais instrutivo do que ler a Caras no salão!

5.2.09

Injuriada

"Preconceito é opinião sem conhecimento." A frase, inspirada em Voltaire, era minha sorte no Orkut ontem. Curioso e cruel, presenciei (mais do que isso até; sofri!) no mesmo dia uma demonstração da ignorância humana.

Estávamos em casa vendo televisão (e esperando o homem da rede de segurança, que não apareceu) quando a síndica do prédio tocou o interfone para - enfim, vou resumir - tratar de um assunto do condomínio que, para mim, não tinha a menor importância, mas para ela parecia questão de honra. Combinamos que ela subiria ao meu apartamento para conversar. OBSERVAÇÃO: Até esse exato instante, a síndica me parecia apenas uma velhinha solitária e desocupada. FIM DA OBSERVAÇÃO. Qual não foi o meu espanto, abrindo a porta, ao escutar dela em tom de censura:

- Ué, você agora está criando gatos? (como se eu estivesse cultivando baratas!)

Respondi que não, era só uma pequenininha (nesse momento comportadíssima ao meu lado, o que é raro quando a porta está escancarada) e aguardei que a síndica passasse. Ela congelou do lado de fora. Eu ainda avisei, "se a senhora não entrar, ela sai", mas nada. Continuava olhando fixa para o meu bebê. Bem, peguei a Pepa no colo e a levei para dentro, fechei-a no quarto (a bichinha nem miou) e finalmente pude ouvir as lamúrias urgentísssimas que ela tinha a repartir comigo. Quase uma hora depois, com minha paciência finalizada e ressetada umas mil vezes, quando fiquei só, é que fui refletir sobre a cena na entrada do meu cafofo.

Vários moradores do bloco têm cachorros. Minha vizinha de porta tem 3 gatinhos de tamanhos e cores variadas. Virginia e Sofia habitam na prumada oposta à nossa, e sabe-se lá que outros condôminos têm animais, caninos ou felinos. Isto não deveria ser motivo para estranhamento!

Aí me toquei de que Perséfone é pequena, amorosa, ativa, bonita, brincalhona e preta.

Quer dizer, o zelador ter um papagaio (animal silvestre, cuja comercialização é ilegal), tudo bem. Um apartamento de 46m2 comportar 8 pessoas e um chihuahua, numa condição pra lá de anti-higiênica, tudo bem. Mas se eu tenho gato preto sou alvo de olhares horrorizados?

Quase liguei indignada para a síndica, para perguntar se ela por acaso não tomava manga com leite ou comia couve à noite. Ou ainda, se lavava o cabelo quando estava menstruada - enfim, talvez ela não se lembrasse mais deste fato. Ai, que raiva! Depois, desabafando com uma amiga, recebi a sugestão de assumir de vez meu lado bruxa afirmando, por exemplo, que eu asso criancinhas e fabrico veneno em casa - e imaginem se ela fica sabendo que minha irmã tinha um morcego no vidro de formol???

Crendices. Gente estúpida. E preconceituosa. Coisa feia.

4.2.09

Larica

Michael Phelps foi pego com maconha.

Tá explicado o "pequeno" café-da-manhã do rapaz:
1 omelete com 5 ovos,
1 tigela de cereais,
2 copos de café,

3 torradas com açúcar,
3 panquecas de chocolate e
3 sanduíches de ovo frito (com queijo, alface, tomate, cebolas fritas - e, claro, maionese)!!!

31.1.09

a quinzena #2

a Chácara 26 antes do dilúvio

MÚSICA: "Bom Dia, Anjo" (Jairzinho Oliveira)
FOBIA: dos dentes da Pepê!
DELÍCIA: suco de abacaxi com capim santo
PÉ E MÃO: "Glamour Pink" da Colorama

30.1.09

Assassinando Vander Lee

Gal Costa, que já deixou sua marca em canções de Zeca Baleiro e Herbert Viana, agora resolve atacar de Onde Deus Possa me Ouvir. Ai ai, coitado do mineirinho!

Em grande parte, sua música é intimista, feita para o "voz e violão" nosso de cada dia. Ou, quando não, ele chama uma Elza Soares da vida para escrachar de vez. Ainda assim, são melodias levinhas. De que outro modo ele sobreviveria até à gravação de um clone dos Aviões do Forró?

Totalmente oposto ao frescor de um novo talento cantando um clássico é ouvir alguém que teve seu momento (vejam bem: Barato Total é uma delicia, Doces Bárbaros é como o sol entrando por uma fresta da cortina, Um Dia de Domingo e Chuva de Prata são imbatíveis) imprimindo um estilão fossa a composições tão singelas... Meio como a interpretação de Antonio Banderas, no Oscar de 2005, para a delicadésima Al Otro Lado del Rio. Nem Jorge Drexler, o pai da criança, gostou; comentou que não era nada daquilo que ele queria dizer.

Agora imaginem se o Pavarotti tivesse gravado Olhos nos Olhos, do Chico... Ia parecer melancia com feijão.

15.1.09

a quinzena #1

Perséfone Maria de Pereira Alcântara Machado Maciel da Conceição, no aconchego do sofá

MÚSICA: "Preta" (Beto Barbosa)
FOBIA: da Reforma Ortográfica
DELÍCIA: a escova a 4 mãos da Márcia Vieira!!!
PÉ E MÃO: "Viena" da Risqué

(imagens da vida pregressa desta new feature aqui)

12.1.09

"Gato? De brinquedo, né..."

Sou filha de uma mulher que não gosta de bichos. Parece que ela teve uma pequinês (também! Ô criaturinha esquisita!), nos idos de 1960 e alguma coisa, e a cachorra preferia a mãe dela, sei lá. Do meu pai, nunca percebi um posicionamento pró ou contra. Então ficamos assim: só seres humanos no convívio do lar.

Para não dizer que nunca tive animais de estimação, eu e minha irmã ganhamos, cada uma em sua época, indefectíveis e altamente mortais peixinhos dourados (o meu morreu de indigestão; o dela, de fome). Certa vez apareceu uma tartaruga no quintal e nós resolvemos que seria uma boa idéia carregar a pobre para cima e para baixo, resgatando-a em sua fuga insistente para o Lago Paranoá. Bom, para resumir, era período de desova e após alguns dias tivemos que deixar a Cacilda - belo nome!!! - seguir seu rumo. E um dia, mamãe, num acesso de desprendimento, comprou para a gente um coelho, Dengoso. Durou poucos meses, pois além de fazer bolinhas de cocô por todos os lados e roer as roupas da minha irmã, o bicho entrou na puberdade e começou a se excitar com uma frequência meio assustadora. Foi doado para o japonês da quitanda.

Já adulta, minha irmã adquiriu um jabuti chipado pelo Ibama, que meus pais e eu adotamos prontamente. O que é fácil, porque ele é um santo! Aliás, santa. Descobrimos que é fêmea. Atualmente chama-se Nikita e mora no Rio de Janeiro.

Eis que no ano passado apareceu a idéia de Perséfone. Depois veio ela, em carne e osso, dentinhos e unhas. Enrolei o máximo que pude até revelar a chegada do novo membro na família, já adivinhando que teria que escutar o seguinte sermão materno (nessa sequência): "Ai credo. Gato mija em tudo. Sua casa vai ficar cheia de pelo."

Até que não. O único dogma anti-bichinhos que tive que ouvir até agora foi "xixi de gato fede horrores". Balela: quando a Pepa ainda fazia suas necessidades no jornal (em tempos idos que - toc toc toc! - não voltam mais), eu catava o papelê e aparecia na sala, falando normalmente, gesticulando, para espanto das visitas... e nunca senti nenhum cheiro mais forte que o de um jornal molhado - ou vai ver que isto é coisa de mãe.

Ainda assim, me aproveitei da presença de minha prima Cristiana e sua gata Anita - outra santa, que usa até roupa sem reclamar - no almoço de Natal para contar que havia uma neném pretinha me aguardando em casa. Recebi um olhar gélido, respondi com firmeza e um sorriso nos lábios às provocações seguintes ("Até parece! Gato de brinquedo?") e assumi minha filhota perante o mundo.

Conforme eu previ, a beleza e a sem-vergonhice da gata estão devagarinho conquistando o coração da Dra. "Não Quero Bicho se Esfregando na minha Perna". Desde que não fique no apartamento dela, tá tudo bem.