Tem rapaz que não merece a atenção que recebe. Isto é, parece merecê-la... até que um dia mostra que não a deveria ter recebido. É aquele tipo de moço que, sem saber das boas (aliás, EXCELENTES) intenções da moça com que potencialmente se relaciona(rá), em um dado momento da pré-relação - na verdade, uma sondagem feita por nós, mulheres já meio escaldadas, para ver quanto o "investimento" pode vir a render - solta certas pérolas do discurso macho-cristão-ocidental.
A esses garotos (croc!), tudo o que podemos dizer é:
- Vai, meu bem, volta para o brejo de onde você veio!!!
A gente quer é ser princesa; não beijar sapo.
viagens, relacionamentos, televisão, cinema, música, teatro, literatura - e COELHOS!
15.8.06
26.7.06
Livro de mulherzinha:
A estória é quase sempre a mesma. A mocinha é inglesa, tem um emprego legal na área de Comunicação (editora, jornalista, promoter, etc.), um chefe enfezado e um inimigo mortal (preferencialmente um moço moreno, alto - bonito, sensual - bem relacionado e podre de rico)... Divide apartamento com alguém, seus pais são duas figuras raras que precisam com urgência de netinhos, sua melhor amiga (tia ou amigo gay) é totalmente desmiolada(o) e seu ex simplesmente NÃO PRESTA!!!
Sim, o enredo é previsível: todo mundo sabe que, lá pelo último capítulo, o vilão estará mais-do-que apaixonado por ela, eles beijarão na boca e serão felizes bem na penúltima página. Ah, claro, antes disso os dois deverão ter uma briga memorável (daquelas em que a gente jura que NUNCA perdoará o outro por tudo o que foi dito)! O problema é que esse tipo de livro pega de jeito, vicia, e quando você vê já está procurando o próximo da série na livraria mais próxima. Quer boas dicas? O Diário de Bridget Jones (I e II), Delírios de Consumo de Becky Bloom (I, II, III e IV - embora não tenham exatamente esses títulos), O Segredo de Emma Corrigan e A Vida é Uma Festa.
Recomendados pela coelha, que deixou de lado - várias vezes - a biografia de São Francisco de Assis para se render desavergonhadamente ao gênero.
Sim, o enredo é previsível: todo mundo sabe que, lá pelo último capítulo, o vilão estará mais-do-que apaixonado por ela, eles beijarão na boca e serão felizes bem na penúltima página. Ah, claro, antes disso os dois deverão ter uma briga memorável (daquelas em que a gente jura que NUNCA perdoará o outro por tudo o que foi dito)! O problema é que esse tipo de livro pega de jeito, vicia, e quando você vê já está procurando o próximo da série na livraria mais próxima. Quer boas dicas? O Diário de Bridget Jones (I e II), Delírios de Consumo de Becky Bloom (I, II, III e IV - embora não tenham exatamente esses títulos), O Segredo de Emma Corrigan e A Vida é Uma Festa.
Recomendados pela coelha, que deixou de lado - várias vezes - a biografia de São Francisco de Assis para se render desavergonhadamente ao gênero.
21.7.06
Red Light District
Muito cuidado ao reservar uma pousadinha catita e praiana em Recife, que atende pelo simplório nome de Pousada da Praia... Dizem no site que é um hotel em Boa Viagem. Nananina! Trata-se de um pouso não muito familiar para onde as moças do Pina aparentemente levam alguns rapazes para momentos de... ram-ram... carinho... em troca de uns reais. Paredes azulejadas, controles na cabeceira, lençóis roxos e a exigência de que toda despesa seja paga antecipadamente - cash - são indícios de que ali não é lugar para coelhinhas de pedigree, criadas à base de muito Yakult e bolo Pullmann.
13.7.06
Linkando
Emilie Simon - Flowers
Vídeo enviado por la_mauvaise_fee
10.7.06
Émilie Simon
O videoclipe (link para quem tem Quicktime) é um tanto funéreo, mas, mesmo assim, muito fofo! Uma coisinha, assim, A Noiva Cadáver - filme esse, não muito por acaso, dublado pela amada e maravilhosa Ester Elias -, sabe... A mimosíssima letra, para os que fizerem download acompanharem, é:
"I want to buy you flowers,
it's such a shame you're a boy,
but when you are not a girl
nobody buys you flowers.
I want to buy you flowers,
and now I'm standing in the shop.
I must confess I wonder
if you will like my flowers.
you are so sweet and I'm so alone.
oh darling, please
tell me you're the one.
I'll buy you flowers,
I'll buy you flowers
like not other girl did before.
you were so sweet and I was in love.
oh darling, don't tell me
you found another girl.
forget the flowers,
because the flowers
never last for ever
never last for ever
never last for ever,
my love."
"I want to buy you flowers,
it's such a shame you're a boy,
but when you are not a girl
nobody buys you flowers.
I want to buy you flowers,
and now I'm standing in the shop.
I must confess I wonder
if you will like my flowers.
you are so sweet and I'm so alone.
oh darling, please
tell me you're the one.
I'll buy you flowers,
I'll buy you flowers
like not other girl did before.
you were so sweet and I was in love.
oh darling, don't tell me
you found another girl.
forget the flowers,
because the flowers
never last for ever
never last for ever
never last for ever,
my love."
7.7.06
Tamanho de Mulher
25.5.06
Featuring
Gente... ela estava quieta na dela. Jureminha anda uma coelha de vida atribulada, e nem (sequer) pensava em procurar - ou, melhor dizendo, recrutar - mocinhos interessantes por aí, mas eis que Deus é um rapaz (ou moça?) muito gaiato(a) e colocou mais uma vez o tal "moço" de posts anteriores frente-a-frente com nossa singela amiga blogueira.
Curioso foi descobrir que seus interesses são praticamente os mesmos e, a julgar pela conversa ouvida no elevador (siiiim, eles pegaram o elevador juntos!), suas áreas de atuação profissional também.
Foi assim: vinha a coelha Jureminha da rua para a segunda etapa de uma reunião seriíssima (coisa de gente grande, sabe), com sono, com calor e precisando escovar os dentes após um almoço particularmente bem-servido de alho e cebola, quando, ao adentrar o saguão do prédio (de olhos embaçados pela mudança de iluminação através dos óculos de sol), vislumbrou o moço... "Não, não pode ser", ela pensou, "não, não posso rir... mas é". Prontamente, ela se posicionou de pé atrás do dito cujo e duas colegas (acreditem, o anonimato é tudo!!!) na fila do elevador. Pois assim seguiram, novamente ele conversando e ela espionando, até o 6o andar (ô, vontade de espiar mais)... Só que, dessa vez, ele falou muito (quase tão intensa e vorazmente quanto deglutiu aquele lanchinho do avião, meses antes); aliás, o moço falou o tempo todo - fornecendo bastante informação a quem quer que estivesse prestando atenção... hmm... quem mesmo?!? HEHEHE
E, gente, tudo indica que ele é gay sim. Sorry.
Curioso foi descobrir que seus interesses são praticamente os mesmos e, a julgar pela conversa ouvida no elevador (siiiim, eles pegaram o elevador juntos!), suas áreas de atuação profissional também.
Foi assim: vinha a coelha Jureminha da rua para a segunda etapa de uma reunião seriíssima (coisa de gente grande, sabe), com sono, com calor e precisando escovar os dentes após um almoço particularmente bem-servido de alho e cebola, quando, ao adentrar o saguão do prédio (de olhos embaçados pela mudança de iluminação através dos óculos de sol), vislumbrou o moço... "Não, não pode ser", ela pensou, "não, não posso rir... mas é". Prontamente, ela se posicionou de pé atrás do dito cujo e duas colegas (acreditem, o anonimato é tudo!!!) na fila do elevador. Pois assim seguiram, novamente ele conversando e ela espionando, até o 6o andar (ô, vontade de espiar mais)... Só que, dessa vez, ele falou muito (quase tão intensa e vorazmente quanto deglutiu aquele lanchinho do avião, meses antes); aliás, o moço falou o tempo todo - fornecendo bastante informação a quem quer que estivesse prestando atenção... hmm... quem mesmo?!? HEHEHE
E, gente, tudo indica que ele é gay sim. Sorry.
6.5.06
Para os companheiros da noite de ontem
"Everybody hurts. Take comfort in your friends
Everybody hurts. Don't throw your hand. Oh, no. Don't throw your hand
If you feel like you're alone, no, no, no, you are not alone
If you're on your own in this life, the days and nights are long,
When you think you've had too much of this life to hang on
Well, everybody hurts sometimes
Everybody cries. And everybody hurts sometimes
And everybody hurts sometimes. So, hold on, hold on
Hold on, hold on, hold on, hold on, hold on, hold on
Everybody hurts. You are not alone"
(R.E.M.)
Everybody hurts. Don't throw your hand. Oh, no. Don't throw your hand
If you feel like you're alone, no, no, no, you are not alone
If you're on your own in this life, the days and nights are long,
When you think you've had too much of this life to hang on
Well, everybody hurts sometimes
Everybody cries. And everybody hurts sometimes
And everybody hurts sometimes. So, hold on, hold on
Hold on, hold on, hold on, hold on, hold on, hold on
Everybody hurts. You are not alone"
(R.E.M.)
27.4.06
Meaípe, Jacaraípe e vários acepipes
Cação (???) com fritas na barraca do Baiano,
Moqueca de Dourado do Rocimar (Restaurante Kazarão),
Empadas da Vovó, macias e cremosas,
Bolinho da tia Júlia,
Muqueca (de camarão) do Curuca,
Torta Capixaba do Geraldinho
e, evidentemente, o caldo de frango do Trayller do Xuxu (sic)
resumem razoavelmente bem o que foi a Semana Santa "juremística" nas praias do Espírito Santo... Muito calor, muitas calorias, muito sol e muito Sundown!
Moqueca de Dourado do Rocimar (Restaurante Kazarão),
Empadas da Vovó, macias e cremosas,
Bolinho da tia Júlia,
Muqueca (de camarão) do Curuca,
Torta Capixaba do Geraldinho
e, evidentemente, o caldo de frango do Trayller do Xuxu (sic)
resumem razoavelmente bem o que foi a Semana Santa "juremística" nas praias do Espírito Santo... Muito calor, muitas calorias, muito sol e muito Sundown!
1.4.06
"Esse seu cabelo é de nuvem ou de Bombril?"
O novo show do novo disco da (nova?) cantora Vanessa da Mata vale o ingresso... desde ele não custe R$100, claro. Muito animado, colorido, com vários hits e momentos dançantes, a moça tem uma presença de palco meio Clara Nunes, meio Maria Betânia (ei, isto é um elogio!) e um repertório que vai de Legião Urbana a Saltimbancos.
Dá até vontade de investir no look chita-cabelão-sandália rasteirinha-bijouteria de semente, e tal...
Dá até vontade de investir no look chita-cabelão-sandália rasteirinha-bijouteria de semente, e tal...
21.3.06
Rol das Peças Teatrais em Cartaz pelo Brasil afora - edição Curitiba
Impressões - "Um Homem é um Homem" com o Grupo Galpão
A peça começa de forma encantadora, com a banda tocando (no início, dá para pensar que eles não vão conseguir fazer uma música que preste). A idéia dos slides com pedaços do texto, das canções, etc. é muito legal, e remete aos desenhos animados "da bolinha", em que a gente acompanhava em coro as legendas na tela... Tudo é pensado para não ser rude; a maneira como os fatos são apresentados é muito suave, lúdica, e o público acaba até achando engraçadinho alguém que abandona sua vida e seus valores por não querer contrariar os outros (o que, na verdade, não tem graça nenhuma).
Visualmente, os soldados de pernas de pau e o protagonista baixinho fazem um jogo muito interessante. A platéia ri muito da mulher do Galy Gay, toda vez que ela diz "Gente!", e também da filha "peluda" da viúva Begbick.
São besteirinhas que agradam. É DISSO QUE O POVO GOSTA!
Adoráveis as tranças enormes das mulheres e os figurinos eurasianos. Só faz falta, para quem convive em meio musical, que a viúva seja mais fortemente interpretada, cantando hor-ro-res e sendo, sabe-se lá, um pouco mais cigana (com um pandeiro de fitas, talvez).
O fim da peça deixa um gostinho de Full Metal Jacket. Apesar de pesada (bom, ela trata de quem nós realmente somos versus quem queremos ser, não é?), a peça não cansa. Poderia ter mais uns quinze ou vinte minutos, quem sabe mostrar mais da desconstrução do Sargento, ou da indignação da Sra. Galy Gay... e não iria ser ruim.
É claro que tudo isso são críticas de uma não-crítica. O espetáculo é excelente, os atores maravilhosos, a trilha sonora uma delícia, e a coelha recomenda SEM RESSALVAS!!!
A peça começa de forma encantadora, com a banda tocando (no início, dá para pensar que eles não vão conseguir fazer uma música que preste). A idéia dos slides com pedaços do texto, das canções, etc. é muito legal, e remete aos desenhos animados "da bolinha", em que a gente acompanhava em coro as legendas na tela... Tudo é pensado para não ser rude; a maneira como os fatos são apresentados é muito suave, lúdica, e o público acaba até achando engraçadinho alguém que abandona sua vida e seus valores por não querer contrariar os outros (o que, na verdade, não tem graça nenhuma).
Visualmente, os soldados de pernas de pau e o protagonista baixinho fazem um jogo muito interessante. A platéia ri muito da mulher do Galy Gay, toda vez que ela diz "Gente!", e também da filha "peluda" da viúva Begbick.
São besteirinhas que agradam. É DISSO QUE O POVO GOSTA!
Adoráveis as tranças enormes das mulheres e os figurinos eurasianos. Só faz falta, para quem convive em meio musical, que a viúva seja mais fortemente interpretada, cantando hor-ro-res e sendo, sabe-se lá, um pouco mais cigana (com um pandeiro de fitas, talvez).
O fim da peça deixa um gostinho de Full Metal Jacket. Apesar de pesada (bom, ela trata de quem nós realmente somos versus quem queremos ser, não é?), a peça não cansa. Poderia ter mais uns quinze ou vinte minutos, quem sabe mostrar mais da desconstrução do Sargento, ou da indignação da Sra. Galy Gay... e não iria ser ruim.
É claro que tudo isso são críticas de uma não-crítica. O espetáculo é excelente, os atores maravilhosos, a trilha sonora uma delícia, e a coelha recomenda SEM RESSALVAS!!!
19.3.06
Brokeback Mountain
sem blá-blá-blá... (reencenado por coelhinhos, em 30 segundos)
http://www.starz.com/features/brokebackmountain/
http://www.starz.com/features/brokebackmountain/
16.3.06
Rol das Peças Teatrais em Cartaz pelo Brasil afora - edição Rio
Com muita preguiça para dedicar um post específico para cada espetáculo visto nesses primeiros meses de 2006, a coelha Jureminha estala suas patas bege e fofas e se põe a escrever assim mesmo, digitando tudo de carreirinha...
O primeirinho do ano foi Toda Nudez Será Castigada, montado pela Armazém Companhia de Teatro - a mesma que colocou a platéia para correr atrás da mocinha no maravilhoso Alice Através do Espelho - de forma envolvente... Tomemos como exemplo a cena em que o filho recrimina o pai por usar talco nos pés, acrescida do aroma e da nuvem de talco que se instalam por sobre o palco (Isso é envolvente, não?). A peça é uma surpreendente leitura de Nelson Rodrigues voltada para os sentimentos reprimidos de pena, culpa e revolta.
Em seguida (o quê? Dois dias depois?) toda a família se moveu para assistir a Antônio e Cleópatra, com os globais Caco Ciocler e Maria Padilha, em um megainvestimento de patrocínio dos Correios, da Eletrobrás e de várias empresas privadas, com direção de Paulo José e o escambau a quatro. Hmm... para ser delicada (a coelha reflete)... digamos que os atores principais, aparentemente com suas percepções alteradas quimicamente, decepcionaram. Flávio Bauraqui e Ana Kutner, no entanto, mandam bem. Talvez o figurino e o coro grego compensem o ingresso.
- CONTINUA -
O primeirinho do ano foi Toda Nudez Será Castigada, montado pela Armazém Companhia de Teatro - a mesma que colocou a platéia para correr atrás da mocinha no maravilhoso Alice Através do Espelho - de forma envolvente... Tomemos como exemplo a cena em que o filho recrimina o pai por usar talco nos pés, acrescida do aroma e da nuvem de talco que se instalam por sobre o palco (Isso é envolvente, não?). A peça é uma surpreendente leitura de Nelson Rodrigues voltada para os sentimentos reprimidos de pena, culpa e revolta.
Em seguida (o quê? Dois dias depois?) toda a família se moveu para assistir a Antônio e Cleópatra, com os globais Caco Ciocler e Maria Padilha, em um megainvestimento de patrocínio dos Correios, da Eletrobrás e de várias empresas privadas, com direção de Paulo José e o escambau a quatro. Hmm... para ser delicada (a coelha reflete)... digamos que os atores principais, aparentemente com suas percepções alteradas quimicamente, decepcionaram. Flávio Bauraqui e Ana Kutner, no entanto, mandam bem. Talvez o figurino e o coro grego compensem o ingresso.
- CONTINUA -
4.3.06
Perdigueiro
Impressionante como macho gosta de cheiro de macho. Seis executivos, viajando juntos em um vôo não muito lotado, foram acomodados em quatro fileiras próximas, havendo até mesmo a famosa poltrona "do meio" vazia entre alguns deles. Pois não é que se mudaram todos para cadeiras coladas, só para poderem conversar melhor?
Bem que já dizia dame Rute Portugal, com a lapidar frase acima, que homens novos só aparecem na sua vida se você já tem um. Durante os anos que você passa solteira, na estiagem entre um namorado e outro, NADA.
Nenhum vizinho interessante, nenhum conhecido neo-descasado, nem um gatinho de 20 anos sequer dando sopa! Agora, experimente se arranjar com alguém - mas tem que gostar do cara; não pode ser mera enganação - e chovem garotões bronzeados, seus colegas de trabalho querem companhia para o chopp e amigos de longa data se divorciam às pencas... Está tudo errado.
Será que a culpa é dos feromônios?
Bem que já dizia dame Rute Portugal, com a lapidar frase acima, que homens novos só aparecem na sua vida se você já tem um. Durante os anos que você passa solteira, na estiagem entre um namorado e outro, NADA.
Nenhum vizinho interessante, nenhum conhecido neo-descasado, nem um gatinho de 20 anos sequer dando sopa! Agora, experimente se arranjar com alguém - mas tem que gostar do cara; não pode ser mera enganação - e chovem garotões bronzeados, seus colegas de trabalho querem companhia para o chopp e amigos de longa data se divorciam às pencas... Está tudo errado.
Será que a culpa é dos feromônios?
26.1.06
Trilha Sonora
"Luz na passarela que lá vem ela,
Luz na passarela que lá vem ela...
A nova loira do Tchan é linda,
Deixa ela entrar,
É linda, deixa ela entrar..."
Luz na passarela que lá vem ela...
A nova loira do Tchan é linda,
Deixa ela entrar,
É linda, deixa ela entrar..."
O PEIDO QUE A DOIDA DEU

(Moysés Sesyom)
Vou contar o que aconteceu
Debaixo da gameleira
Foi um tiro de ronqueira
O peido que a doida deu
Toda a terra estremeceu
Abalou todo o Açu
Ela, mexendo um angu
Estirou a perna prum lado
Deu um peido tão danado
Quase não cabe no cu!
Este post é uma homenagem de Jureminha a Vovó Dolores, que foi recitar poesias (singelas como essa) nos almoços de domingo de Deus...
20.1.06
Fim-de-Semana Mark Ruffalo
Megafofo em "De Repente 30" com Jennifer Garner
e DE-LI-CI-O-SO em "E Se Fosse Verdade" com Reese Witherspoon!Sábado e domingo passados foram dedicados ao totosinho acima. Jureminha e suas amigas, a Girafa Fla e a vaquinha sem nome, deixaram suas cabecinhas divagarem e seus coraçõezinhos de macela se encherem de esperança com as histórias românticas do amigo de infância que vira maridão e do desconhecido sem o qual não se pode viver. Sem esquecer, claro, outras interpretações suculentas do rapaz... como "Voando Alto" e "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" (o personagem é meio freak, mas tudo bem). Próximas atrações: "Em Carne Viva" (In the Cut) na TV a cabo e "Dizem por Aí" (Rumor has It) no cinema.
... suspiros...
16.1.06
O moço interessante vai ao shopping
Dzenti!!! Estavam Jureminha e suas amigas desfrutando de um singelíssimo lanche vespertino ontem, quando eis que surge no horizonte... quem? Ele. Sim, o moço existe em carne e osso (não é mero produto de uma mente feminina carente de aventuras), ainda está na Capital e foi visto circulando com um amigo, no que aparentava ser um também mui frugal programa de fim-de-tarde à base de água mineral! Não pareciam nada gays - aliás, muito antes pelo contrário, é mais fácil serem os truculentos roadies de alguma banda metaleira.
EHE. Ponto a favor do moço.
EHE. Ponto a favor do moço.
4.12.05
Se ela, que é ela, serviu...

Viva o Tio!!!

Estamos todos podendo!
Athina (Onassis) Roussel - agora Miranda - trouxe a rua para os salões da high society. Ela ofereceu a seus finos convidados nada mais, nada menos que CHURROS. Tudo bem, devem ter sido sofisticadíssimos microchurros com calda (???) de gianduia, feitos artesanalmente por freirinhas espanholas, servidos em bandejas de louça inglesa, ou prata indiana, vai saber... Em todo caso, fica aqui uma modesta-porém-honesta homenagem ao churro nosso de cada dia, embrulhado naquele já manjado guardanapo transparente de tanto óleo, com um quilo e meio de recheio fumegante, e vendido por "dorreal" na carrocinha ambulante.
Ficam aqui também a lembrança e o agradecimento a Leslie Pierce, que passou uma tarde inteira rodando a Cidade do México atrás de tal iguaria, com o bendito recheio de doce de leite, para o deleite - com ou sem trocadilho - da coelha Jureminha.
3.11.05
Manifesto contra os homens fofos
JOVEM: Se você é alto, bonito, culto, independente e inteligente, por favor não seja gente boa! Cuspa no chão, coma alho, arrote em público (de preferência ache isso "másculo"), pense apenas em sexo e futebol, fale mal de gays e velhinhos, trate sua namorada como se fosse uma cachorra qualquer ou dê em cima de todas aquelas que passarem de saia na sua frente, mas... seja escroto!
Mocinhas - entenda-se coelhinhas - solitárias não suportam mais a presença de tais seres hediondos na face da Terra!!! Já basta assistirem freqüentemente aos incontáveis filmes em que John Cusack, Colin Firth, Brendan Fraser, Hugh Jackman, Vince Vaughn, John Corbett, etc. são homens lindos, maravilhosos e apaixonados. Até aí, tudo bem; a gente agüenta, porque sabe que são apenas personagens, e que NUNCA na vida vai aparecer um desses para a gente beijar na boca, ter filhinhos e ser feliz para sempre.
Imagine então o tanto que dói ver sua amiga, vizinha ou prima (pior ainda, as três) com exemplares dessa espécie, de carne e osso, a tiracolo.
Abaixo os A., C., C., P., R. e S. da vida: rapazes limpinhos, sensíveis, bem-educados, encaminhados na vida, alguns até mesmo disponíveis... fora o tanto que esses moços são bonitos, hem!?! Deus nos livre. Vocês não existem.
Mocinhas - entenda-se coelhinhas - solitárias não suportam mais a presença de tais seres hediondos na face da Terra!!! Já basta assistirem freqüentemente aos incontáveis filmes em que John Cusack, Colin Firth, Brendan Fraser, Hugh Jackman, Vince Vaughn, John Corbett, etc. são homens lindos, maravilhosos e apaixonados. Até aí, tudo bem; a gente agüenta, porque sabe que são apenas personagens, e que NUNCA na vida vai aparecer um desses para a gente beijar na boca, ter filhinhos e ser feliz para sempre.
Imagine então o tanto que dói ver sua amiga, vizinha ou prima (pior ainda, as três) com exemplares dessa espécie, de carne e osso, a tiracolo.
Abaixo os A., C., C., P., R. e S. da vida: rapazes limpinhos, sensíveis, bem-educados, encaminhados na vida, alguns até mesmo disponíveis... fora o tanto que esses moços são bonitos, hem!?! Deus nos livre. Vocês não existem.
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