29.6.05

Lost dos Animais


Alex, Marty, Gloria e Melman - seres urbanos até a medula - sofrem um acidente e vão parar em uma ilha aparentemente deserta, porém habitada por estranhas criaturas silvestres. Lá, devem sobreviver sem suas dietas balanceadas, conforto, tecnologia (fazendo fogo na base do pauzinho) ou contato com a civilização judaico-cristã-ocidental a que pertencem.

Lembra ou não a série do J. J. Abrams? Falando sério: algumas cenas são tão semelhantes que La Jurema pensou até que o cenário era o mesmo... com destaque para a otimista zebra Marty no papel de Locke, aquele que se adaptou rapidamente à vida selvagem e decidiu curtir a experiência.

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Great place, favorite characters.
Jureminha vibrou ao ver, no filme, o tanque (acima) que fotografou no Central Park Zoo em 1994. E os pingüins são realmente um charme: bem-humorados, inteligentes e ainda dançam bem!

23.6.05

Marfim

Elefantes não fumam, não bebem café nem tomam Coca-Cola. Também não comem no McDonald's.
É por isso que eles não precisam usar creme dental branqueador ou Listerine azul.

17.6.05

Como as crianças são lindas quando crescem!

Jureminha se lembra de quando viu Império do Sol, com aquele menininho loirinho inglês perdido no meio da China (foi na China mesmo?), que brincava de avião, e tal... tudo muito lúdico. Pois, gente, o menino cresceu e agora brinca de morcegão em Batman Begins. Aliás, morcegaço. Morceguésimo. O cara virou um pitéu!!! Para vocês terem uma idéia, até a namorada do Tom Cruise tira uma casquinha dele... Zizus.

Sim, a história é boa e, de acordo, com um grande especialista em batmologia, Christian Bale (esse é o nome do pitéu) é o melhor Bruce Wayne de 1989 para cá. Porque Adam West continua hors-concours, claro.

Michael Caine faz um Alfred não muito velhinho; excelente, pois o senhorzinho que o interpretava antigamente dava a impressão de que iria cair em pedaços a qualquer momento, antes mesmo de acompanhar seu "mestre" nas empreitadas. Morgan Freeman está muito bom, Gary Oldman idem (ô elenquinho horroroso, credo, HAHAHA).
Rutger Hauer, coitado, envelheceu tanto que virou irmão gêmeo de Anthony Hopkins!

Em compensação, o torso nu, a voz de cama, a postura de "vem cá minha nega" - e inclusive os hematomas - do novo Cavaleiro das Trevas transformam irmãs e namoradas impacientes em expectadoras atentas ao filme.

Mais uma informação: Christian Bale morou em Portugal (!!!) quando era pequeno. O que quer dizer que ele deve saber falar aquela língua enrolada.

16.6.05

upcoming attraction

Saiu o "Pulp Fiction in 30 seconds and re-enacted by bunnies" do Angry Alien. Brevemente link neste blog que vos fala!

13.6.05

Tentações...


Alguém já havia reparado na textura de um chocolate granulado, que coisa mais louca� HEHEHE... Fotografias com lente macro by Ðani Bandeira.

11.6.05

"Brad para todas."

(disse o moço da bilheteria, entregando os pôsteres promocionais)

Jane Smith é um modelo para suas colegas de agência - todas têm aquele bocão no estilo "comi muita pipoca salgada"; o que coloca seguinte a questão (muito pertinente): por acaso o chefe da instituição seria o Wando?
John Smith deve pertencer à comunidade "Só Me Fodo" do Orkut. O cara consegue tropeçar, cair, mijar na hora errada, tomar porrada da mulher, levar tiro, se estrupiar inteiro... e ainda assim ser o Brad Pitt, matador por encomenda, e comer a Angelina Jolie. Só em Mr. and Mrs. Smith*, óbvio (a-ham)!
O casal detona. Literalmente. Junte Missão Impossível, As Panteras, True Lies e, EVIDENTEMENTE, A Guerra dos Roses, e terá um panorama do que é esse filme.

* indicado por Jureminha, a Coelha, e a mulherada.
Vale comer pipoca para ficar com bocão.

9.6.05

Mantra

"Se você for embora,
Eu vou chorar.
Vai doer muito agora,
Mas um dia vai passar..."
(repete-se até o cérebro absorver a mensagem)

Estes versinhos aí em cima são de
Se Você For Embora, canção de Milena Tibúrcio e Caio César, um deleite gravado por Rogério Midlej em seu primeiro CD. Rogério é mais um membro do idol club de Jureminha: amigo querido, inteligente, talentoso que merece ganhar muito dindim com sua voz e simpatia. Para completar, ele parece um bichinho de pelúcia de tão fofo que é; o que desperta na coelha uma certa paixonite (já há alguns anos).
:)

4.6.05

Mais "Life in Hell"


HEHE... pratiquem, meninos...

Binky e Sheba


Ah, a intransponível barreira da comunicabilidade entre os sexos... (suspiro)!

1.6.05

Zapeando

Longo e tenebroso inverno se abateu sobre as patas de Jureminha. Sem vontade de escrever, sem ânimo, quase sem anima, poucas são as coisas que ainda a motivam; brigadeiro de colher não é diet, amigos são pessoas ocupadas com suas vidas, beijar na boca sozinha é impossível (ou muito pouco excitante, para dizer o mínimo), cinema está caríssimo, teatro nem se fala, viagens idem.

Salvam-se sua caminhadinha matinal e uma comédia no DVD de vez em quando. E a TV a cabo, claro, a TV a cabo... sem a qual não conheceríamos
Jack, Charlie, Locke, Kate, Claire, Kyan, Carson, Thom, Ted, Jai e companhia. Aliás, recentemente a coelha descobriu mais um canal "tudo de bom": Discovery Home & Health, com seu maravilhoso Chega de Bagunça, ideal para os fiéis seguidores de Minha Casa Sua Casa e Enquanto Você Não Vem!!! Overhaulin' (na reprise de domingo, porque segunda é dia de Lost), The Amazing Race, Mythbusters e C.S.I., em todas as suas versões, também não fazem feio com um belo Cup Noodles.

Na categoria drogas potencialmente adictivas, temos Fazendo Contato com John Edwards e E! True Hollywood Story. Completam a programação da semana também Os Simpsons, Alias, Seinfeld
, Gilmore Girls, Smallville... Ah! E aquela série policial do Vincent d'Onofrio, como é mesmo o nome?

Ô vício.

25.5.05

Sheba, um modelo



A cada dia que passa, mais coisas "juremísticas" surgem e vêm ao conhecimento de Jureminha, seja para deixá-la lisonjeada (no âmago de sua coelhice), seja para mostrá-la que não está só em sua busca cuniculo-existencialista. A HQ acima, Life in Hell ou "Vida no Inferno", é uma obra de Matt Groening, criador de Os Simpsons e Futurama, direcionada ao público mais madurinho (nem tanto): fala de relacionamentos a dois, família, homossexualidade, fetiches, expectativas e frustrações.
Zuzibom!

19.5.05

Amor... Amor!

Simplesmente Amor, ou Love Actually, é o filme do momento. Desde que o viu, Jureminha tem tido borbulhantes pensamentos amorosos, fantasias pueris (de casar e ter filhote) com o Colin Firth e uma esperança quase infindável de ainda encontrar seu parzinho por aí.
Vale dizer que o pobre DVD foi revirado do avesso, e o filme assistido na versão original, com comentários, sem legendas, com legendas; depois making of, clipes, entrevistas, etc.
Não, não é exatamente uma Brastemp, mas foi o chinelo velho "na hora exata" para um pé cansado. O casamento do negro com a loirinha é tudo.
Hugh Grant dançando escadaria abaixo é tudo. Rodrigo Santoro de zorbinha preta é tudo. O namoro singelo dos atores de filme pornô é tudo.
VIVA O AMOR! Ê!!!

14.5.05

Shhhh!

Na semana passada, a mulheradinha foi ver Kinsey. É sobre sexo. Será que a coelha pode comentar aqui, ou Deus castiga?

Hmm...

Ah, vá.
O filme é direto, explícito (sim, aparece o "negocinho" entrando na "negocinha") e bastante fiel aos limites da época, quando não se falava do assunto em casa nem na rua - e menos ainda nas escolas. Não há como negar que, apesar de seus métodos "empíricos", o casal Kinsey (a esposa, Mac, foi fundamental nas pesquisas) fez um grande favor à humanidade: ou você preferiria ainda acreditar que masturbação enlouquece, sexo oral deixa a pessoa estéril e homossexuais são mutantes demoníacos?

10.5.05

Be Cool

Discordando do amiguinho Onipresente, Jureminha se divertiu muito com esse filme... é leve, irreverente e merece uma pipoca grande (com manteiga, mas pouca). Para quem assistiu ao primeiro, Get Shorty - O Nome do Jogo, o sabor é especial. John Travolta e Uma Thurman fazem um número de dança: basta; quem quer mais? Fora o fato de que boa parte da trilha sonora e o biquíni da Uma são brasileiros (num WE LOVE BRASIL subliminar), o "Outkast" André Benjamin garante as gargalhadas com seu rapper-gangster sem talento para o crime.
Tudo bem, algumas personagens são meio caricatas (e mesmo assim Vince Vaughn continua na categoria dos totosos!), mas para quem quer ver realidade existe DOCUMENTÁRIO!!! Hmpf.

5.5.05

Ricordi da Roma

A primeira vez que foi à Cidade Eterna, tinha duas horas para conhecer "tudo" e voltar para o aeroporto. Ia ser uma maratona... mas e o Vaticano? Sendo tão pequenininho, deveria dar para conhecê-lo em duas horas! Ledo engano (da segunda vez, com calma, percebe-se que duas horas é aproximadamente o tempo de espera para entrar na Capela Sistina).
Va bene, só a Basílica de São Pedro, então.
Era verão, meio-dia, o Sol estava de rachar. A multidão na entrada do lugar se espremia numa fila obrigatoriamente organizada entre os cordões que definiam o roteiro de visitação em mão única pela Basílica. Ahn... a Pietà. Oh... os altares... (e a fila continuava andando). Hmm, que interessante isso. Tudo bem, não dava para demorar mesmo, tinha que ser uma visita-relâmpago... Bem, nem tanto. Ainda havia tempo.
"Vamos subir até a Cúpula, para ver os afrescos de pertinho?", perguntou uma amiga. "De escada, que é mais barato."
Claro. De escada. Uma escada de mármore, larga, vaticana. Por que não? O elevador levava apenas aonde se podia analisar um mosaico (de caquinhos de azulejo ou algo parecido) de figuras de anjos, que velavam lá de cima o túmulo de São Pedro (ou algo parecido) - e aquilo era muito pouco excitante! E por que não continuar subindo, se o cansaço não era tanto e dentro do templo o clima estava ameno?
Péssima idéia. Primeiro: a subida não era mais por dentro da Basílica, e sim por dentro da estrutura da Cúpula, num calor dantesco. Segundo: os turistas seguiam todos numa fila que lembrava aquela da entrada da igreja (lá embaixo), em mão única. Era subir ou subir.
Os degraus de mármore rapidamente deram lugar a ripas de madeira e, em alguns momentos, o corrimão foi substituído por uma corda grossa, como as que se usam para fazer badalar sinos, pendurada verticalmente. O caminho ficava mais íngreme conforme a temperatura e os odores corporais dos visitantes aumentavam (ou vice-versa, tanto faz). Afresco? Nem um. No entanto, passada a penitência, a vista compensou. Todo o Vaticano e boa parte de Roma, e um horizonte quase toscano ao redor, placidamente serviam de cenário para as resfolegantes pessoas, suadas e com cara de tomate maduro, sobreviventes à aventura.
Agora era só descer.

3.5.05

Listening & Comprehension

O filme de ontem (madrugada adentro para não perder o prazo da locadora) foi ótimo: Escola de Rock, com Jack Black. Um roqueiro meia-boca se passa por professor substituto de uma turma de 4a série cheia de músicos natos... sem brincadeira, os meninos tocam muuuuuito!!! Jureminha adorou - aliás, há muito ela queria vê-lo - e se divertiu bastante com as lições do enlouquecido Dewey Finn sobre o mundo do rock. No entanto, impressionantes mesmo são as crianças. E, conferindo os bastidores da produção, a coelha ficou sabendo de um fato curioso: o intérprete de Lawrence, tecladista da banda, vejam só, não conhecia esse estilo de música nem assistia a televisão (tadinho) antes de ser escalado para o elenco!
Participação especial do "Nick" da novela (sim, creiam) como um guitarrista andrógino chamado Spider.

2.5.05

Cuti-cuti!

Esse fim-de-semana, como previsto, foi totalmente caseiro. Mais uma vez, Jureminha contou com a companhia da vovó Ervilhinha Jurema e do vovô Gão-de-Bico: afinal de contas, na falta dos amigos, um colinho sempre vai bem. Especialmente se der para almoçar em um restaurante gostoso, comer pavê de goiaba (!?!) na sobremesa e alugar o DVD de Leitão - O Filme, optando pela versão em português das canções de Carly Simon, cantadas (praticamente todas) por Ester Elias e sua voz quente e doce. O "la-la-la" inicial já é uma delícia para os ouvidos... Sim, a coelha é fã declarada de Esterzinha!
Leitão - antigamente chamado de Bacurinho (no tempo em que o ursinho ainda era Puff) - é um porco rosado, pequeno e esperto, sempre pronto a ajudar seus companheiros; o filme conta várias estorinhas de amizade para crianças em idade pré-escolar. A singeleza das personagens tocou o coração de Jureminha, outro ser singelo, que se identificou com o porquinho cujos amigos se empenham em aventuras "grandes demais" para ele.
Vale para quem tem filhinho, sobrinho, ou mesmo vizinho pequeno.